Mulher internada em UTI melhora após visita de jabuti de estimação

A história da Maria do Socorro Sampaio é incrível! Com 62 anos e saúde fragilizada, ela foi internada na UTI do Hospital de Cubatão, em São Paulo, por apresentar complicações.

Mas quando alguém perguntava do que ela mais sentia falta de casa, a resposta era imediata: “da minha filha e da Nina, meu jabuti de estimação”.

Sabendo da importância da relação da paciente com o animal, o hospital permitiu a entrada desse visitante inusitado, mas muito especial.

E o resultado foi um momento cheio e emoção, além da melhora no quadro da Maria!

O (re)encontro

Nina foi levada por Ângela, a filha da dona Maria, até o hospital. A idosa ficou bastante emocionada e, segundo equipe, ganhou força para enfrentar seu quadro.

Houve melhora no humor, que foi o mais comentado e vibrado pela equipe. Samandha Gagliardi Iannuzzi, supervisora das UTIs e Pronto Atendimento do hospital disse que a idosa estava vibrante.

“Nós vimos isso no processo de cura dela. Porque, durante o dia, depois que a filha e o animalzinho de estimação foram vê-la, ela aceitou melhor a alimentação, que vinha rejeitando. Foi muito emocionante e gostoso para nós que prestamos assistência diariamente”.

E a resposta foi tão positiva que, após algumas horas, dona Maria recebeu alta da UTI e retornou para um quarto comum.

“O que importa para você?”

O encontro da Maria com a Nina só foi possível por causa do movimento “O que Importa para Você?”.

Ele existe para humanizar mais o atendimento em hospitais e favorecer a evolução de alguns pacientes.

Neste caso, a equipe do hospital identifica o que mais importa e faz diferença para o emocional do paciente e tenta levar um pouco desse sentimento para próximo dele.

A iniciativa existe desde 2010 nos Estados Unidos. No Brasil, o Hospital de Cubatão foi o primeiro administrado pela Fundação São Francisco Xavier a implementá-la – em agosto de 2020.

Por Monique de Carvalho, da redação do Só Notícia Boa. – Com informações de Jucy Santos.


Moradora que cuida de mais de 50 animais abandonados precisa de ajuda para continuar projeto

Uma moradora de Campo Grande cuida de mais de 50 animais. São cães e gatos que foram abandonados ou sofreram maus tratos. E depois, ela disponibiliza os animais para serem adotados. Mas para manter este belo projeto, ela precisa de doação de ração para os bichos.

https://www.youtube.com/watch?v=kLISgTWMWRY


Mascote em loja de roupa, cabra faz sucesso e ganha seguidores

Um animal de estimação um tanto diferente está fazendo sucesso em uma loja de roupas e nas redes sociais.

https://www.youtube.com/watch?v=mTtwTUtmIts


Você já ouviu falar em Banco de Sangue animal?

A Médica Veterinária Leizinara Gonçalves pra explicar como funciona quem pode doar e quem pode receber!

Leizinara Goçalves Lopes – Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Católica Dom Bosco, mestre clínica veterinária e doutora em patologia clínica veterinária pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, campus de Botucatu. Atualmente é membro do Conselho Regional de Medicina Veterinaria e Zootecnia do Mato Grosso do Sul, diretora do LabDOC – Laboratório Veterinário e proprietária do Banco de Sangue Animal.

Primeiro Banco de Sangue Animal de Campo Grande, fundado em 2009, sediado no LabDOC – Laboratório Veterinário incubado dentro do hospital veterinário da UCDB. Atuamos principalmente com cães para atender a extensa demanda por transfusão sanguínea. Atualmente temos aproximadamente 300 doadores ativos, onde a cada 3 meses é realizada a doação e uma bateria de exames por parte do laboratório para garantir a segurança e qualidade do sangue doado.


Coala é expulso da árvore e começa a CHORAR DESESPERADAMENTE

https://www.youtube.com/watch?v=pMJyn9atlOQ&feature=youtu.be


Hotel para cachorro tem sido a opção para quem viaja e não pode levar o animalzinho

O mercado de Pets vem crescendo tanto que até creche e hotel para cachorros já existe.

https://www.youtube.com/watch?v=1lWwpka75tA


Fogo na Austrália e na Amazônia tem causas diferentes

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, fizeram alguns comentários equivocados nas redes sociais sobre o assunto

Nos últimos dias, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, fizeram comentários nas redes sociais reclamando sobre a suposta falta de cobertura da imprensa e de críticas internacionais sobre o fogo na Austrália, que se alastra desde setembro. Eles comparam o problema às queimadas da Amazônia em 2019, dando a entender que a situação australiana é muito pior. Mas os casos são distintos, segundo especialistas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo.

A primeira diferença é que a vegetação na Austrália, assim como na Califórnia (EUA) e no Cerrado, é mais acostumada ao fogo. Lá os incêndios ocorrem de modo natural. "Flora e fauna evoluíram com fogo, têm adaptações para voltar mais rápido depois. Já a Amazônia, não. As plantas não têm adaptação para fogo, como casca grossa, não rebrotam facilmente", diz Jos Barlow, da Universidade de Lancaster (Inglaterra) e da Rede Amazônia Sustentável.

Na Austrália, os incêndios se espalham principalmente pela floresta tropical seca, mas neste verão estão muito mais intensos, extensos e duradouros por causa das mudanças climáticas. Já na Amazônia, a floresta tropical úmida só queima se alguém botar fogo. Em agosto, quando o número de focos foi o maior para o mês desde 2010, a ação humana ocorreu principalmente para limpar áreas previamente desmatadas.

Barlow publicou com cientistas brasileiros uma análise no periódico Global Change Biology em novembro apontando essa relação com o desmate. "Em 2019, imagens de satélite mostraram que boa parte do fogo foi em área já derrubada. É muito diferente: as florestas na Austrália pegam fogo em pé."

Aquecimento

A Austrália passa por uma seca prolongada desde 2017, que se intensificou em 2019, conforme a prévia de relatório da Organização Meteorológica Mundial do início de dezembro. Em média, o período de janeiro a outubro foi o mais seco desde 1902, e a situação se agravou nos meses seguintes.

Desde o início do ano, com seca severa, ondas de calor acima de 50ºC e ventos fortes, as chamas se intensificaram, segundo análises da Nasa. Alguns lugares queimaram ao longo de quatro meses. Segundo a agência de clima e tempo da Austrália, o índice de chuvas está 36% inferior à média entre 1961 e 1990. "Os dois casos (Austrália e Amazônia) são graves, mas de modos diferentes. O custo humano em termos de mortes é obviamente maior na Austrália, mas o custo para emissões de carbono pode ser maior na Amazônia. São duas situações super importantes, e cada uma merece investimento e interesse dos seus governos", afirma Barlow.

A semelhança entre os casos, diz, é que com as mudanças climáticas, as condições para o fogo têm ficado melhores em todo o mundo. "Mudanças climáticas são difíceis de conter e a situação vai piorar. Mas é possível fazer ações locais para prevenir situações ainda mais catastróficas. Na Amazônia é preciso conter o desmate, ajudar pequenos produtores a usar fogo de modo mais responsável ou nem usar. É possível ter política pública para diminuir o fogo. Na Austrália, um manejo florestal melhor também pode ajudar." O país tem muitas plantações de eucalipto, que propagam o fogo com facilidade.

Para Erika Berenguer, da Universidade de Oxford (Inglaterra), que estuda o impacto do fogo na Amazônia, o caso australiano mostra o alcance do aquecimento global. "São cidades inteiras evacuadas, milhares no hospital, pressão na economia que leva à instabilidade social, além do impacto na biodiversidade", diz. "É como se olhássemos por uma janela nosso futuro, de como ecossistemas naturalmente mais secos se portarão frente a mudanças climáticas."

Negacionistas

Outra semelhança é que os governos de Austrália e Brasil minimizam o aquecimento global. Primeiro-ministro australiano, Scott Morrisson nega as mudanças climáticas. O país, assim como o Brasil, foi um dos que travaram a negociação na Cúpula do Clima da ONU, em dezembro. Morrisson já afirmou não ver elo entre o fogo e as mudanças climáticas. Depois recuou e disse que elas seriam só um dos "fatores" ligados ao problema. No Brasil, Salles já questionou a parcela de contribuição humana na alta de temperaturas.

Fumaça

A fumaça dos incêndios na Austrália foi avistada no Chile e na Argentina, em uma nuvem que percorreu mais de 12 mil quilômetros até a América do Sul. Segundo o Serviço Meteorológico de Santiago, não há registro de problemas causados pelo fenômeno. A nuvem tem espessura de 6 mil metros e deixou o sol com tons de vermelho. O Serviço Nacional de Meteorologia argentino (SMN) mostrou em seu Twitter imagens de satélite. "Que consequências isso pode ter? Nada muito relevante, apenas um pôr do sol e um sol um pouco mais vermelho", disse o SMN no Twitter. (Com agências internacionais).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Projeto de criação da subsecretaria do Bem-Estar Animal será apreciado pelos vereadores nesta terça-feira

O prefeito Marquinhos Trad protocolou na Câmara Muncipal, nesta segunda-feira (16), projeto de criação da Subsecretaria do Bem-Estar Animal. O texto será apreciado e votado pelos vereadores nesta terça-feira (17).

Conforme assessoria da Prefeitura, o objetivo é formular políticas públicas na cidade e coordenar ações que assegurem meios de liberdade e qualidade de vida aos cerca de 170 mil cães e 40 mil gatos que vivem na cidade.

A nova subsecretaria terá, entre suas atribuições, o dever de propor atos normativos para fim de aprimorar e garantir maior efetividade no respeito legítimo e legal dos animais, evitando a crueldade aos mesmos e resguardando as características que lhe são próprias.

''É mais um compromisso do nosso plano de governo que colocamos em prática. Mais um passo importante para uma causa que sensibiliza a todos. Com o projeto, garantimos a execução de políticas públicas voltadas para o cuidado com os animais e à prevenção de agravos à saúde pública e de maus tratos'', declarou o prefeito Marquinhos Trad.

Se aprovada, será competência da Subsecretaria do Bem-Estar Animal:

• Promover ações, orientar e incentivar a realização de encontros, seminários e outros eventos para estudos e disseminação de conhecimentos sobre a proteção e defesa de pequenos animais;

• Desenvolver projetos de educação com a finalidade de informar e conscientizar a população sobre o seu papel, visando à melhoria da qualidade de vida e de saúde dos animais domésticos;

• Acompanhar ações dos órgãos e entidades da administração municipal, que têm por objeto o desenvolvimento dos programas de proteção e defesa dos animais;

• Gerenciar, coordenar e supervisionar as atividades da Unidade de Pronto Atendimento Veterinário (UPAVET), no âmbito do Município;

• Estabelecer parcerias para o desenvolvimento de projetos, programas e ações, com órgãos e entidades municipais e estaduais, universidades e organizações governamentais e não governamentais.

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