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Caso de homem enterrado em açude tem 2 suspeitos identificados

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Thiago Machado foi morto após acusação de furto na zona rural de Laguna Carapã

Bombeiros retiram corpo de Thiago de cova rasa ao lado de açude. (Foto: Reprodução/Corpo de Bombeiros)

A Polícia Civil identificou dois suspeitos de matar Thiago da Silva Machado, homem acusado de furtar a caixa de som de um bar, morto a tiros e enterrado em uma cova rasa ao lado de um açude, na zona rural de Laguna Carapã, a 305 quilômetros de Campo Grande, na última quarta-feira (21).

A Polícia Civil identificou dois suspeitos do assassinato de Thiago da Silva Machado, encontrado morto em Laguna Carapã, Mato Grosso do Sul. A vítima estava desaparecida desde 11 de janeiro, após supostamente furtar uma caixa de som de um bar no distrito de Bocajá. O corpo foi localizado em uma cova rasa próxima a um açude na zona rural da cidade. Segundo moradores, mesmo tendo devolvido o equipamento furtado, frequentadores do estabelecimento teriam se revoltado e decidido matá-lo. A investigação continua com apoio do Setor de Investigações Gerais de Dourados.

Conforme a nota divulgada à imprensa, Thiago morava no distrito de Bocajá e estava desaparecido desde 11 de janeiro. Ele não manteve contato com familiares nem amigos, o que levou ao registro do desaparecimento e ao início das buscas.

Os dois suspeitos foram identificados e equipes do SIG (Setor de Investigações Gerais) de Dourados ouviram uma testemunha. A investigação começou na Delegacia de Laguna Carapã e passou a contar, desde o dia 19, com apoio do SIG, quando o caso passou a ser tratado como homicídio.

O corpo foi localizado enterrado a poucos metros do açude. Informações iniciais apontavam que o cadáver estava dentro da água, mas a apuração confirmou que ele estava em uma cova rasa próxima ao lago.

Populares encontraram o corpo e acionaram a Polícia Civil. Equipes da Polícia Científica, do SIG (Serviço de Investigações Gerais) de Dourados e do 4º Grupamento do Corpo de Bombeiros, de Ponta Porã, atuaram na ocorrência.

Após a retirada, o corpo foi encaminhado ao Imol (Instituto Médico Legal) de Dourados para exames.

Segundo relatos de moradores, Thiago teria furtado a caixa de som de um bar do distrito, mas devolveu o equipamento pouco depois. Mesmo assim, frequentadores do local teriam se revoltado e decidido matá-lo.

Moradores afirmam que Thiago não tinha histórico criminal e que o furto ocorreu enquanto ele estava embriagado. A polícia informou que deve divulgar novos detalhes do caso na próxima semana.



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Sbt