Seleção foi feita com base no número absoluto de famílias em risco de insegurança alimentar grave
Por Viviane Oliveira | 26/01/2026 10:04
O governo federal incluiu seis municípios de Mato Grosso do Sul entre os 500 prioritários para receber apoio técnico e institucional na implementação do Protocolo Brasil Sem Fome, conforme portaria publicada nesta segunda-feira (26) no Diário Oficial da União. A medida tem como objetivo fortalecer a rede de proteção social e reduzir a insegurança alimentar no país.
Seis municípios de Mato Grosso do Sul foram incluídos entre os 500 prioritários do Protocolo Brasil Sem Fome, programa federal que visa fortalecer a rede de proteção social. Campo Grande, Corumbá, Três Lagoas, Ponta Porã, Dourados e Aquidauana receberão apoio técnico e institucional por 12 meses.A seleção foi baseada no número de famílias em risco de insegurança alimentar grave. Para participar, os municípios devem aderir ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional em até 120 dias. O programa oferece orientações e capacitação para identificação e atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade.
A seleção dos municípios foi feita com base no número absoluto de famílias em risco de insegurança alimentar grave, conforme o Indicador de Risco de Insegurança Alimentar Grave. Entre as cidades contempladas estão Campo Grande, Corumbá, Três Lagoas, Ponta Porã, Dourados e Aquidauana.
O Protocolo Brasil Sem Fome foi instituído em setembro de 2025 pelo Comitê Gestor Intersetorial do Plano Brasil Sem Fome e tem como meta organizar e fortalecer as ações municipais para identificar e atender famílias em situação de risco. O apoio será oferecido por 12 meses e inclui orientações e capacitação para fortalecer as ações municipais de identificação e atendimento de famílias em situação de fome ou risco de fome. Para receber o suporte, os municípios precisam manifestar interesse e aderir ao Sisan (Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional) em até 120 dias.
Caso algum município não manifeste interesse, a vaga poderá ser repassada ao município seguinte, dentro do mesmo estado, que tenha maior número de famílias em risco. A portaria também prevê que todos os municípios brasileiros poderão adotar o protocolo e participar das formações autoinstrucionais, mesmo não estando entre os prioritários.
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