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Dólar fecha em queda a R$ 5,24 com entrada de capital estrangeiro no país

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Cédulas do dólar, moeda utilizada em transações internacionais. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

O dólar comercial fechou em queda de 0,15%, cotado a R$ 5,24, nesta terça-feira (3), enquanto a bolsa de valores Ibovespa subiu 1,58%, aos 185.674 pontos, impulsionado pela entrada de recursos estrangeiros e pela valorização das ações da Vale, na B3 (Bolsa Balcão Brasil), em São Paulo (SP).

O mercado financeiro brasileiro registrou movimentações positivas nesta terça-feira (3), com o Ibovespa atingindo novo recorde ao fechar em 185.674 pontos, alta de 1,58%. O desempenho foi impulsionado pela entrada de capital estrangeiro e pela valorização das ações da Vale, que subiram 4,92%. A ata do Copom, divulgada pelo Banco Central, sinalizou possível redução da taxa Selic a partir de março, atualmente em 15%. No setor industrial, dezembro apresentou queda de 1,2%, pior resultado desde julho de 2024. O dólar comercial encerrou o dia em R$ 5,24, recuo de 0,15%, acumulando desvalorização de 4,36% no ano.

Durante o pregão, o principal índice da bolsa brasileira chegou a superar os 187 mil pontos e registrou o nono recorde de fechamento em 2026, mas perdeu parte do ritmo no fim do dia. As ações da Vale avançaram 4,92% e tiveram peso relevante no desempenho do mercado.

No cenário interno, os investidores analisaram a ata do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada pelo Banco Central, que indicou a possibilidade de iniciar um ciclo de cortes da Selic a partir da reunião de março. A taxa básica está em 15% ao ano e foi mantida nesse patamar pela quinta vez seguida.

O documento apontou sinais de desaceleração da inflação e efeitos dos juros elevados sobre os preços, ainda que com atraso. O Banco Central informou que a redução dos juros dependerá da confirmação do cenário esperado e da análise de novos dados econômicos.

Outro dado que influenciou o mercado foi o resultado da produção industrial brasileira. Em dezembro, a atividade recuou 1,2% na comparação com novembro, já descontados os efeitos sazonais, o pior resultado desde julho de 2024 e abaixo da expectativa de alta de 0,8%.

No acumulado de 2025, a indústria cresceu 0,6%, resultado inferior ao avanço de 3,1% registrado em 2024. Apesar disso, o setor ainda opera 0,6% acima do nível pré-pandemia, mas permanece 16,3% abaixo do pico histórico alcançado em 2011.

Com o resultado do dia, o dólar acumula queda de 4,36% no ano. Já o Ibovespa soma alta de 15,24% em 2026.



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