Idosa, que ainda não foi identificada, foi morta com uma facada na madrugada deste domingo (22). O caso ocorreu por volta das 4h30, na Rua Walmor Rocha Soares, no Bairro Senhor Divino, em Coxim, a cerca de 250 quilômetros de Campo Grande. O marido foi conduzido para prestar esclarecimentos e o filho do casal é o principal suspeito. Este é o 3º feminicídio registrado em Mato Grosso do Sul em 2026.
Uma idosa foi assassinada com uma facada na região do umbigo enquanto dormia, na madrugada deste domingo (22), em Coxim, Mato Grosso do Sul. O marido da vítima foi conduzido para prestar esclarecimentos, e o filho do casal é considerado o principal suspeito do crime. Este é o terceiro feminicídio registrado no estado em 2026. Os casos anteriores ocorreram em Bela Vista e envolveram Josefa dos Santos, morta pelo marido Fernando Veiga, e Rosana Candia, assassinada a pauladas pelo ex-companheiro Antônio Lima Ohara.
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a equipe foi acionada para atender a ocorrência por volta das 4h30. Os militares encontraram a vítima deitada sobre a cama do casal, com uma perfuração causada por faca na região do umbigo.
Segundo a corporação, a idosa já estava morta quando a equipe chegou ao local. O marido estava na residência. A Polícia Militar e a Polícia Civil foram acionadas. Conforme o site Coxim Agora, o marido teria encontrado o corpo ao chegar em casa e pedido ajuda a um mototaxista, que acionou a polícia.
O marido foi levado para prestar esclarecimentos, enquanto o filho do casal é apontado como principal suspeito do crime.
Casos – Esse é o terceiro caso de feminicídio registrado em Mato Grosso do Sul. No dia 16 de janeiro, Fernando Veiga matou a esposa, Josefa dos Santos, de 44 anos, na casa onde o casal morava, em Bela Vista. Após o crime, ele tirou a própria vida. Os corpos foram encontrados por uma vizinha que foi até a residência.
Já em 25 de janeiro, Rosana Candia foi morta a pauladas pelo ex-companheiro, Antônio Lima Ohara, de 73 anos. Conforme o boletim de ocorrência, vizinhos ouviram gritos de socorro vindos do quintal da casa e, ao olharem por cima do muro, viram o homem agredindo a vítima. Segundo relatos, ele ria durante as agressões.
A Central 180 funciona 24 horas, de graça, e a ligação pode ser anônima. Em caso de emergência, procure a polícia pelo 190. Violência contra mulheres, crianças, idosos ou qualquer pessoa não pode ser silenciosa.










