Dólar sobe 0,85% e fecha a R$ 5,22 com dívida pública no radar

Cédula do dólar em Campo Grande. (Foto: Arquivo/Agência Brasil) O dólar comercial subiu 0,85% e fechou esta segunda-feira (28) cotado a R$ 5,2251. O mercado acompanhou as perspectivas para as contas públicas, novos indicadores da economia brasileira e o cenário externo, marcado pelas tensões entre Estados Unidos e Irã e pelas sinalizações de dirigentes do...


Cédula do dólar em Campo Grande. (Foto: Arquivo/Agência Brasil)

O dólar comercial subiu 0,85% e fechou esta segunda-feira (28) cotado a R$ 5,2251. O mercado acompanhou as perspectivas para as contas públicas, novos indicadores da economia brasileira e o cenário externo, marcado pelas tensões entre Estados Unidos e Irã e pelas sinalizações de dirigentes do Federal Reserve, o banco central norte-americano.

O dólar comercial subiu 0,85% e fechou a segunda-feira (28) cotado a R$ 5,2251, influenciado pelas contas públicas, por indicadores econômicos e pelas tensões entre Estados Unidos e Irã. O dólar turismo chegou a R$ 5,425. Na B3, o Ibovespa recuou 0,26%, aos 182.991 pontos. O Boletim Focus elevou a projeção de inflação de 2026 para 4,99% e reduziu a do PIB para 1,86%. O Brent subiu 0,9%, a US$ 105,28.

Já o dólar turismo chegou a R$ 5,425, com avanço de 0,67%. A moeda norte-americana acumula alta de 0,85% na semana e de 0,88% em setembro, mas ainda registra queda de 4,80% desde o início de 2026.

Na B3, o Ibovespa recuou 0,26% e encerrou o pregão aos 182.991 pontos. O principal índice da bolsa brasileira acumula valorização de 3,14% no mês e de 13,57% no ano, apesar da perda registrada nesta segunda.

No mercado doméstico, investidores também repercutiram o Boletim Focus. A projeção do mercado financeiro para a inflação de 2026 passou de 4,92% para 4,99%, enquanto a estimativa de crescimento do PIB caiu de 1,88% para 1,86%.

A expectativa para a taxa Selic permaneceu em 13,50% ao ano no fim de 2026 e a previsão para o dólar foi mantida em R$ 5,20. A FGV (Fundação Getulio Vargas) informou ainda que a confiança da indústria caiu pelo terceiro mês consecutivo e recuou 2,4 pontos em setembro, para 91,3.

O petróleo terminou o dia em alta, mas devolveu parte do avanço registrado durante o pregão diante da expectativa de novas negociações entre Estados Unidos e Irã. O Brent subiu 0,9% e fechou a US$ 105,28 por barril, enquanto o WTI (West Texas Intermediate) avançou 0,2%, para US$ 92,60.



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