Doentes do interior – A Prefeitura de Corumbá selecionou empresa em Campo Grande para fornecer hospedagem, alimentação e suporte a doentes que vierem à Capital para tratamento médico. O valor do contrato mostra o peso que tem a chamada ambulancioterapia na saúde do estado, com a remessa de pessoas de cidades do interior diante da concentração de serviços especializados em Campo Grande.
Lucro de milhões – O contrato é de R$ 1,5 milhão a ser pago à Pousada da Boneca, que fica na região do Hospital Universitário. A quantia total do edital de licitação foi de R$ 2,9 milhões, com dois perfis diferentes de serviços, um orçado em R$ 157 o valor unitário e outro de R$ 106.
Refresco – A Prefeitura de Ribas do Rio Pardo lançou um edital para formar uma ata de preços para aquisição de 77,5 mi picolés. O preço estimado é de R$ 219,6 mil, para atender as pastas da Assistência Social e Habitação, Educação, Esporte e Turismo. O edital especifica que a Administração Municipal quer picolés de dez sabores, incluindo a quantidade de cada um, como 15.500 unidades de morango e de uva, os mais pedidos.
“Dia do Índio” – A Prefeitura de Aquidauana lançou um edital de R$ 201 mil para adquirir alimentos e materiais para comemorar o “Dia do Índio”, escrito assim mesmo, alheio ao movimento que mudou a nomenclatura para Povos Indígenas. Constam itens desde macarrão, carne bovina, arroz, salada, refrigerante e materiais descartáveis até a tinta guache de várias cores e fogos de artifício.
Suave – O entrave na composição da CCJR (Comissão de Constituição, Justiça e Redação), que teve sua primeira reunião do ano essa semana, pode ser a explicação para a pauta mais amena no Legislativo estadual. Na terceira semana de trabalho, apenas seis projetos foram aprovados, ou seja, dois por sessão. Além da pauta mais enxuta, os méritos das propostas não foram polêmicos. Entre os textos aprovados estão inclusão de datas e eventos no calendário e declaração de utilidade pública.
No mesmo barco – A menos de uma semana da abertura da janela partidária, a incerteza do futuro político uniu deputados estaduais na última sessão ordinária da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (26). A panelinha no fundão do plenário tinha representante do PSDB, PL, MDB, PSB, e até que já está sem partido. Todos tentando calcular juntos qual a melhor opção para formar chapa.
Cadê o kit escolar? – Na última sessão ordinária da Câmara Municipal, a vereadora Luiza Ribeiro (PT) apresentou requerimento direcionado à prefeita Adriane Lopes e à Semed (Secretaria Municipal de Educação), solicitando informações sobre a distribuição de kits de material escolar e uniformes da Rede Municipal de Ensino, com detalhes sobre prazo de entrega, itens e razões para o atraso. “Todos os professores, diretores, pais e mães de alunos têm perguntado para a gente por que é que o material da Reme está atrasado”, justificou a vereadora.
Banco Master – Luiza também apresentou outro requerimento, desta vez para solicitar informações completas, acompanhadas de documentação contábil, patrimonial, contratos e atas de deliberação, entre outros documentos, que comprovem as aplicações financeiras – no montante estimado de R$ 1,3 milhão – do IMPCG (Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande) no Banco Master S/A, instituição que teve liquidação extrajudicial determinada pelo Banco Central do Brasil. “O [Marcos] Tabosa ainda não apresentou as documentações que nós pedimos”.
Moção de repúdio – O vereador Beto Avelar (PP) apresentou, na última sessão, moção de repúdio contra falas de cunho machista direcionadas à árbitra internacional Daiane Muniz, de Três Lagoas, envolvendo o jogador Gustavo Marques, do Red Bull Bragantino. Em sua fala, ele declarou solidariedade à árbitra, destacou sua competência e preparo técnico, e reforçou que “respeito não é favor, é obrigação”. A moção foi encaminhada à sede administrativa do Red Bull Bragantino.
Mais respeito – Beto também afirmou que as manifestações “não atingem apenas a profissional em questão, mas todas as mulheres que, com muito esforço, conquistam seu espaço no esporte e na sociedade”. Ele também classificou como inadmissível que, “em pleno 2026, ainda tenhamos que assistir a tentativas de desqualificar, diminuir ou constranger mulheres apenas pelo fato de ocuparem posições de destaque”.









