A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul promoverá debate sobre os impactos ambientais da monocultura do eucalipto no estado. O evento, organizado pela comissão de Desenvolvimento Agrário e Assuntos Indígenas e Quilombolas, acontecerá em 11 de outubro, às 14h, no Plenarinho Nelito Câmara. O estado projeta expandir sua base florestal em 40%, alcançando 2,5 milhões de hectares até 2028. A cultura do eucalipto, presente em 11 municípios sul-mato-grossenses, gera matéria-prima para diversos produtos, desde papel higiênico até cosméticos e alimentos.
Os impactos ambientais da monocultura do eucalipto em Mato Grosso do Sul serão debatidos na Assembleia Legislativa. O evento da comissão de Desenvolvimento Agrário e Assuntos Indígenas e Quilombolas vai acontecer na próxima quarta-feira (dia 11), a partir das 14h, no Plenarinho Nelito Câmara.
Mato Grosso do Sul espera atingir 2,5 milhões de hectares plantados até 2028, um aumento de 40% na sua base florestal.
O encontro deve contar com a presença de representantes do MPF (Ministério Público Federal), MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), Semadesc (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), universidades, institutos de pesquisas, empresas, MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar) e Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária).
O eucalipto ocupa áreas em Três Lagoas, Água Clara, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Brasilândia, Inocência, Bataguassu, Aparecida do Taboado, Selvíria, Campo Grande e Paranaíba.
A celulose se desdobra em cinco mil usos, como papel higiênico, papel toalha, aventais cirúrgicos, fraldas, cosméticos e na composição de produtos comestíveis.
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