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O navio na garrafa

Dois de novembro tem cheiro de vela derretida e água sanitária. As famílias chegam cedo, com balde, escovinha, pano de chão e o crisântemo comprado no portão por um preço que, em qualquer outro dia do ano, daria boletim de ocorrência. Esfrega-se o mármore. Arranca-se o mato, limpa-se a lápide. Troca-se a flor de plástico…