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Campo Grande confirma 1º caso de morcego com raiva em 2026

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Profissional de saúde segura morcego capturado no perímetro urbano. (Foto: Arquivo/Agência Brasil)

A Prefeitura de Campo Grande confirmou nesta segunda-feira (9) o primeiro caso de 2026 de morcego com o vírus da raiva no perímetro urbano da Capital. O animal foi encontrado no quintal de uma residência no Bairro Vivendas do Bosque, isolado pela moradora e recolhido pelo CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), que encaminhou o material para exame laboratorial.

A Prefeitura de Campo Grande registrou o primeiro caso de morcego infectado com o vírus da raiva em 2026. O animal foi encontrado em uma residência no Bairro Vivendas do Bosque e recolhido pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) para análise laboratorial, que confirmou a contaminação.O CCZ orienta que moradores não toquem em morcegos encontrados caídos ou em comportamento anormal, devendo isolá-los com recipientes e acionar o órgão. A veterinária Maria Aparecida Conche Cunha ressalta a importância da vacinação anual de animais domésticos como barreira contra a disseminação do vírus.

A veterinária do Centro, Maria Aparecida Conche Cunha, afirmou que o resultado confirmou a presença do vírus. “Nós acabamos de receber a confirmação laboratorial do primeiro registro de morcego contaminado para o vírus da raiva, localizado aqui dentro do perímetro urbano de Campo Grande”, disse.

Segundo ela, não houve contato direto entre o animal e moradores da residência. “Esse morcego foi encontrado pela moradora no quintal da casa, onde ela seguiu todas as orientações repassadas, isolou o animal imediatamente e entrou em contato com o CCZ”, afirmou.

Maria Aparecida explicou que o procedimento adotado garantiu segurança durante todo o processo. “Nós efetuamos o recolhimento desse morcego em segurança e encaminhamos para o exame laboratorial, onde foi confirmada a presença do vírus da raiva”, disse.

A orientação da prefeitura é que moradores não encostem em morcegos encontrados caídos, voando durante o dia ou dentro de imóveis. “Quando encontrarmos um morcego nessa situação, vivo ou morto, é extremamente importante jamais encostar”, afirmou a veterinária.

Ela reforçou que o animal deve ser isolado com balde, caixa ou pano, para impedir a aproximação de pessoas e animais de estimação. “A primeira recomendação é isolar esse morcego e entrar em contato com o CCZ para que possamos fazer o recolhimento de forma segura”, disse.

Maria Aparecida também destacou a importância da vacinação anual de cães e gatos. “Se os animais estiverem devidamente imunizados e entrarem em contato com um morcego contaminado, eles funcionam como um bloqueio na disseminação do vírus e evitam que ele chegue ao ser humano”.

O atendimento do CCZ ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h. Aos sábados, domingos e feriados, o serviço funciona das 6h às 22h. Os telefones para contato são (67) 3313-5000 e (67) 2020-1794.



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