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Carnaval acende alerta para prevenção da dengue em MS

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Aumento do lixo e da circulação de pessoas favorece criadouros do mosquito transmissor

Recepiente com água parada ajuda a reprodução do mosquito (Foto: Arquivo/SES)

Com o Carnaval, chuvas, festas e viagens, a saúde pública está em alerta. Por isso, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) reforçou nesta segunda-feira a necessidade de manter os cuidados contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika.

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul reforça os cuidados contra o Aedes aegypti durante o Carnaval. O aumento da circulação de pessoas e da produção de resíduos nas festividades cria condições favoráveis para a formação de criadouros do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika.Segundo dados da vigilância, mais de 70% dos focos são encontrados dentro das residências. Autoridades orientam moradores e foliões a evitarem o acúmulo de água em recipientes e a realizarem checagens em calhas, ralos externos e outros possíveis criadouros.

Segundo o órgão, o aumento da circulação de pessoas e da produção de resíduos nas cidades durante o feriado cria condições favoráveis para a formação de criadouros, principalmente quando há descarte irregular de lixo em ruas, praças e terrenos baldios.

A gerente de Doenças Endêmicas, Jéssica Klener, destaca que a prevenção deve fazer parte da rotina mesmo em períodos festivos. A orientação é que moradores e foliões evitem deixar recipientes expostos que possam acumular água, como copos plásticos, latas, garrafas e embalagens.

Carnaval acende alerta para prevenção da dengue em MS
Ralos precisam passar por limpeza para não manter água parada. (Foto: Arquivo/SES)

O coordenador de Controle de Vetores, Mauro Lúcio Rosário, chama atenção para a rapidez no desenvolvimento do mosquito. Conforme explica, um simples recipiente jogado na rua pode se transformar em criadouro em poucos dias, representando risco direto à saúde.

Para quem escolheu ficar em casa, a orientação é aproveitar o período para fazer uma checagem completa no imóvel, como  calhas, ralos externos, vasos de plantas, caixas d’água, garrafas, baldes, lonas e qualquer objeto que possa reter água.

Dados da vigilância apontam que mais de 70% dos focos do mosquito são encontrados dentro das residências, o que torna o cuidado doméstico decisivo no controle da doença.

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