O "sintoma muito doloroso" da Ômicron que difere da gripe comum

Existem vários sinais de alerta precoce de infecção por Ômicron a ter em atenção e que podem facilmente ser confundidos com uma gripe comum.

Estes incluem dores de cabeça, corrimento nasal e espirros, entre outros.

Contudo, há um sintoma que um perito está notando regularmente nos indivíduos infectados.

O professor Tim Spector, por trás do Zoe Covid Symptom Study App, disse ao jornal The Sun que os britânicos que contraem a Ômicron estão a experienciar dores de garganta severas.

"É um sintoma muito doloroso. Dores de garganta são um sinal chave da Ômicron", indicou o especialista.

"As pessoas descrevem a condição como um tipo de garganta inflamada irritada, algo que nunca sentiram antes com outras constipações".

Semanalmente, especialistas que trabalham no estudo revelam os 20 principais sintomas observados na população.

Os 20 principais sintomas:

Corrimento nasal;
Dor de cabeça;
Fadiga;
Dor de garganta;
Espirros;
Tosse persistente;
Rouquidão;
Arrepios;
Dores nas articulações;
Febre;
Tonturas;
Irritação nos olhos;
Nevoeiro cerebral;
Dores musculares;
Perda de olfato;
Perda de apetite;
Glândulas inchadas;
Dor no peito;
Dor nos ouvidos;
Outros.

Spector destaca a importância de permanecer de realizar um teste ou permanecer em isolamento caso suspeite que possa ter Covid.

Segundo dados oficiais, a toma de doses de reforço das vacinas existentes reduz o risco de morte por Ómicron em 95%.


Pesquisa mostra brasileiros mais preocupados com pobreza e pandemia

A pobreza extrema no mundo, poluição da água e pandemia de covid-19 foram os principais problemas globais apontados pelos brasileiros em pesquisa feita em 31 países. Segundo o levantamento, realizado nos meses de junho e julho de 2021, escassez de água potável, esgotamento de recursos naturais e falta de acesso a cuidados de saúde também são temas que preocupam a maioria dos brasileiros.

Os resultados da Pesquisa Saudável e Sustentável 2021: Um Estudo Global de Percepções do Consumidor – que ouviu 31 mil pessoas adultas no mundo, mil delas do Brasil – mostram que os brasileiros, de modo geral, percebem maior seriedade nos problemas globais, com 15 a 30 pontos percentuais acima da média mundial.

Pobreza extrema no mundo foi considerado um problema “muito sério” por 87% dos brasileiros; poluição da água (85%); pandemia de covid-19 (84%); escassez de água potável (82%); esgotamento dos recursos naturais (81%); e falta de acesso a cuidados de saúde (79%). Na média dos 31 países, os resultados foram consideravelmente mais baixos: 60%, 63%, 66%, 55%, 63%, e 52%, respectivamente.

“Essa tendência [de os brasileiros perceberem mais gravidade nos problemas] é semelhante às pesquisas dos anos anteriores e fruto, possivelmente, de uma vivência mais direta de alguns dos problemas, como pobreza, poluição das águas e desmatamento”, destaca o texto do estudo.

A Pesquisa Vida Saudável e Sustentável 2021 foi desenvolvida pelo Instituto Akatu e a GlobeScan, e teve o patrocínio das empresas Ambev, Globo, Mcdonald’s, Mercado Livre, Natura, Nespresso, Nestlé, Tetra Pak, Unilever e Vedacit. O estudo completo pode ser lido aqui.


WhatsApp. Sabia que há uma forma de ‘trancar’ acesso ao aplicativo?

Se tem conta no WhatsApp sabe que o app é onde tem algumas das suas conversas mais importantes e onde se comunica com os grupos de amigos mais próximos, assumindo portanto uma relevância que faz com que não possa descuidar da segurança.

É por isso que o WhatsApp conta com uma funcionalidade que lhe permite ‘trancar’ o app, impedindo portanto que outras pessoas entrar no aplicativo sem a sua permissão. Com esta funcionalidade poderá ativar o sensor biométrico do celular sempre que alguém quiser aceder ao WhastApp.

Para ativar esta funcionalidade no Android terá que entrar no WhatsApp, ir a “Definições”, dirigir-se a Conta e em seguida a “Privacidade”. Uma vez nesta área vá até ao final do menu e encontre a opção “Bloqueio por impressão digital” e, ativando-a, poderá fazer com que a impressão digital seja pedida sempre que alguém queira abrir o seu WhatsApp.

Lembrando que poderá também escolher com que frequência é que a impressão digital é exigida, tornando esta medida de segurança mais flexível e adaptável a pessoas diferentes.

A mesma opção poderá ser ativada nos iPhones com sistema de reconhecimento facial Face ID, sendo que deverá fazer o percurso igual ao da versão Android para encontrar a área “Bloqueio de tela”. Será aqui que conseguirá ativar o Face ID para aceder ao WhatsApp, podendo também escolher a frequência com que é ativado.


Morre Luis Gustavo, o Tio Vavá do 'Sai de Baixo', aos 87 anos

(FOLHAPRESS) - O ator Luis Gustavo morreu neste domingo, dia 19, em decorrência de um câncer, aos 87 anos. A informação foi dada pelo seu sobrinho, o também ator Cassio Gabus Mendes, via redes sociais.

"Luis Gustavo! Informo que meu querido Tatá, faleceu hoje, vítima de câncer! Descanse na luz e na paz!!!
Obrigado por tudo, meu amado tio", escreveu Mendes.

Filho do diplomata, professor e escritor espanhol Luiz Amador Sanchez com a atriz Helena Blanco, Luis Gustavo, ou Tatá para amigos, nasceu em 1934 em Gottenburgo, cidade sueca onde seu pai foi cônsul da Espanha. Antes de completar cinco anos, com a transferência do pai ao Brasil, mudou-se para o Rio de Janeiro e logo para São Paulo, onde se naturalizou brasileiro.

Quem o levou para a televisão foi o ator e diretor Cassiano Gabus Mendes, que se casou com sua irmã, Helenita. Ainda jovem, Luis Gustavo iniciou sua carreira atrás das câmeras, como assistente de contrarregra, caboman e depois como cameraman. Até que pintou a oportunidade de trabalhar em frente às câmeras.

A estreia, no início dos anos 1960, foi em uma peça de teleteatro chamada "Mas Não Se Matam Cavalos?", adaptação de romance de Horace McCoy. Luis entrou para o elenco em substituição ao ator Walter Avancini, que adoecera na véspera.

Em 1964, fez sua primeira novela, "Se o Mar Contasse", de Ivani Ribeiro, na TV Tupi. Desde o início, ficou marcado pelo jeito maroto que caía bem a personagens urbanos cada vez mais presentes na televisão brasileira. Também achou seu lugar na dramaturgia escrita para teatro. Em 1967, pela atuação no espetáculo "Quando as Máquinas Param", de Plínio Marcos, o ator ganhou o prêmio de melhor ator da Associação Paulista de Críticos de Teatro (APCT).

Apesar do sucesso da montagem, Luis Gustavo não se dedicou à carreira teatral, com ressalva de algumas investidas. Em 1985, por exemplo, atuou na peça "Baixa Sociedade", comédia escrita por Juca de Oliveira. Em cena, também estavam Cássio Gabus Mendes, Eliana Barbosa e Ana Cláudia Bringel.

Seu primeiro grande papel em novelas, ou ao menos o personagem que lhe deu uma projeção até então não experimentada, foi o protagonista homônimo da novela "Beto Rockfeller" (1968), um tipo conquistador, gentil e espertalhão.

Em 1976, a Globo contratou Luis Gustavo, e sua estreia na emissora se deu na novela "Anjo Mau", escrita pelo genro. Mas foi em 1982 que voltou a fazer um papel de popularidade máxima, o detetive atrapalhado Mario Fofoca, com seus ternos quadriculados, na novela "Elas por Elas", também de Gabus Mendes.

Ainda houve o charlatão Victor Valentim, de "Ti-ti-ti" (1985), e sua atuação em "Mico Preto" (1990), em que o ator interpreta um funcionário público honesto nomeado procurador de uma milionária e que, com o desaparecimento dela, tem de assumir uma grande empresa. Os papéis cômicos se acumulam, até que em "O Salvador da Pátria" (1989), em uma participação especial, Luis Gustavo interpreta um radialista inescrupuloso, assassinado nos primeiros capítulos.

O ator casou-se três vezes, com Heloísa, com quem teve um filho, com a atriz Mila Moreira e com a atriz Desirée Vignolli, com quem teve o segundo filho. Ele era irmão de Helenita Sánchez Blanco, viúva de Cassiano Gabus Mendes, e tio dos atores Tato e Cássio Gabus Mendes.


Prevent Senior omitiu 7 mortes em estudo sobre hidroxicloroquina, diz dossiê

(FOLHAPRESS) - Dossiê de posse da CPI da Covid afirma que a Prevent Senior usou pacientes como cobaias em uma pesquisa com remédios do chamado "kit Covid". Segundo o documento, a empresa omitiu sete mortes de pessoas tratadas com hidroxicloroquina.

O material é assinado por 15 médicos da operadora de planos de saúde. De acordo com os profissionais, hidroxicloroquina foi administrada sem avisar pacientes ou parentes. O estudo foi realizado em São Paulo.

Em nota, a Prevent Senior negou as acusações e afirmou repudiar as denúncias. A empresa afirmou ainda que tomará medidas judiciais cabíveis contra os responsáveis pelo dossiê.

Segundo o documento, medicamentos sem comprovação científica foram incorporados ao experimento, na medida em que resultados não eram atingidos. Teria sido usado contra Covid até remédio para câncer.

O conteúdo do dossiê foi divulgado na quinta-feira (16) pela Globonews. A reportagem confirmou o material e teve acesso a uma análise do documento feita pela CPI da Covid no Senado.

A empresa está na mira dos senadores. Nesta quinta, o diretor-executivo Pedro Benedito Batista Júnior era esperado na comissão para depor, faltou e disse que foi avisado tardiamente do compromisso.

Os integrantes da CPI da Covid consideraram a ação protelatória. Por isso, os senadores insistem no depoimento, que foi remarcado para quarta-feira (22).

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) -entusiasta de remédio sem eficácia contra a Covid- chegou a divulgar o estudo da Prevent Senior em redes sociais, em 18 de abril de 2020, antes mesmo da publicação oficial de resultados.

Bolsonaro citou a pesquisa como um caso de sucesso. Ele disse que o estudo apontara que nenhum dos participantes que tomaram hidroxicloroquina havia morrido, enquanto o número de óbitos no grupo que não havia tomado foi de cinco.

A informação divergia do estudo original, que registrara dois mortos. Mesmo essa versão, contudo, continha subnotificação de óbitos, segundo o dossiê de posse dos senadores.

De acordo com uma planilha obtida pela Globonews, nove pacientes que participaram do estudo morreram –seis deles tomaram hidroxicloroquina. Ou seja, ao todo, sete mortes foram ocultadas pela Prevent Senior.

Os médicos relataram ainda a falta de autoriza ção para determinados procedimentos e falhas éticas. O estudo teria sido feito com mais de 700 pacientes, sem submissão à Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa).

O projeto inicial tinha autorização para trabalhar com 200 pessoas. O estudo com hidroxicloroquina da Prevent Senior chegou a ser suspenso por indícios de irregularidades, mas mesmo assim a empresa teria seguido medicando clientes.

O documento também citou uma mensagem na qual Fernando Oikawa, diretor da Prevent Senior, anunciou um protocolo e pediu que pacientes não fossem avisados.

"Iremos iniciar o protocolo de hidroxicloroquina + azitromicina. Por favor, não informar o paciente ou familiar sobre a medicação nem sobre o programa", afirmou Oikawa em mensagem divulgada pela emissora.

Outra mensagem do diretor, contida no dossiê, trouxe a prescrição de remédio contra câncer de próstata: "Bom plantão a todos e enfatizo a importância da prescrição da Flutamida 250 mg de 8/8h para todos os pacientes que internarem. Estamos muito animados com a melhora dos pacientes".

O documento analítico produzido pela CPI da Covid, com base no dossiê, indicou que teria sido adotado o "uso de morfina para pacientes que não recebiam todos os tratamentos para a reversão do estado clínico".

"Segundo os médicos, esta era uma prática comum para os pacientes que iriam morrer no tal 'paliativo'."

Para integrantes da CPI, as informações estabelecem laços entre a Prevent Senior e membros do chamado "gabinete paralelo", uma unidade de aconselhamento de Bolsonaro para temas ligados à pandemia fora da estrutura do Ministério da Saúde.

"Influenciadores como Nise Yamaguchi e Paolo Zanotto (médicos defensores da cloroquina) disseminavam o tratamento precoce junto com o governo, enquanto a Prevent Senior seria a instituição médica que validaria por estudos a eficiência do tratamento", consta do relatório da CPI.

De acordo com integrantes do colegiado, após declarações do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta com críticas a subnotificações e ao atendimento da Prevent Senior a idosos, a diretoria da empresa teria feito um pacto com o gabinete paralelo para livrar a operadora de críticas.

O relatório também afirmou que a comunicação e alinhamentos com o governo federal eram constantes.

A CPI citou que, entre os dias 15 e 19 de abril de 2020, há relatos de que um filho do presidente, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), ligou para diretores da empresa para verificar os resultados da pesquisa.

Além disso, mostra o relatório da CPI, por meio de lives em redes sociais, Batista Junior, diretor-executivo da Prevent Senior, disseminava o tratamento precoce com membros do gabinete paralelo.

A operadora divulgou notas para contestar as acusações do dossiê dos médicos. "A Prevent Senior nega e repudia denúncias sistemáticas, mentirosas e reiteradas que têm sido feitas por supostos médicos que, anonimamente, têm procurado desgastar a imagem da empresa", afirmou na primeira nota.

"Os médicos da empresa sempre tiveram a autonomia respeitada e atuam com afinco para salvar milhares de vidas. Importante lembrar que números à disposição da CPI demonstram que a taxa de mortalidade entre pacientes de Covid-19 atendidos pelos nossos profissionais de saúde é 50% inferior às taxas registradas em São Paulo", disse a empresa.

Em outra nota, divulgada posteriormente, a Prevent Senior afirmou que vai pedir investigação ao Ministério Público para apurar as denúncias "infundadas e anônimas levadas à CPI por um suposto grupo de médicos".

A empresa também acusou a defesa dos médicos de ter externado as denúncias porque um acordo não foi celebrado, sem detalhar o que seria este acordo.


Ex de DJ Ivis recebe apoio de Juliette e Marília Mendonça após agressão

"É inaceitável, intragável e brutal", disse Marília Mendonça

(FOLHAPRESS) - Vários famosos declararam apoio neste domingo (11) a arquiteta e influenciadora digital Pamella Holanda, 27, ex-mulher do músico DJ Ivis, 30, após ela denunciar em suas redes sociais uma série de agressões que sofreu dele. Ela publicou vídeos das brigas.

Juliette Freire, 31, campeã do Big Brother Brasil 21 disse também nas redes sociais que "a violência não deve nem pode nos calar. Não existe justificativa. Todo o meu apoio a Pamella e repúdio às cenas e atos de horror do DJ Ivis. Violência contra mulher é crime".

A atriz Giovanna Lancellotti, 28, disse em recado ao músico: "não justifique o injustificável". Já Marília Mendonça, 25, completou: "Não existem justificativas ou argumentos que diminuam as provas e a existência do crime cometido. É inaceitável, intragável e brutal".

Os vídeos divulgados por Holanda neste domingo mostram agressões em ao menos três momentos diferentes, com socos, tapas e empurrões da parte dele. Já o DJ admitiu, também nas redes sociais, mas disse que reagiu a ameaças. A Polícia Civil do Ceará, onde a violência teria ocorrido, investiga o caso.

DJ Ivis já foi tecladista e produtor da banda Aviões do Forró e depois participou da reconstrução da carreira do líder do grupo, Xand Avião. Xand, sócio da empresa Vybbe, também se manifestou e disse que não admite nenhum tipo de violência.

"Não tem explicação", afirmou. Segundo ele, a produtora Vybbe vai ajudar Pamella e a filha do casal, que chega a aparecer em algumas imagens da agressão. Ele afirmou que não há como seguir trabalhando com DJ Ivis.

A cantora Solange Almeida, ex-Aviões do Forró, divulgou um vídeo orientando as mulheres vítimas da violência a procurarem ajuda. "Amor com violência é doença", disse. "Tenha consciência do ciclo da violência: primeiro vem a tensão, depois a agressão, depois a desculpa, em quarto a calmaria e em quinto a nova agressão. Em outras palavras, ele não vai mudar".

A cantora contou que já sofreu violência doméstica e afirmou que "não é fácil denunciar, mas é preciso. Briga de marido e mulher se mete a colher, sim", completou.

Lideranças políticas falaram sobre o caso e pediram providências contra a violência contra as mulheres. A vereadora Mônica Benício (PSOL-RJ), por exemplo, reforçou que é importante denunciar e combater a lógica machista e cruel. "Pamella, você não está sozinha", afirmou.

"As imagens, que não recomendo que ninguém veja, são chocantes e não deixam dúvidas da violência praticada", escreveu a vereadora Erika Hilton (PSOL-SP).

Segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, o governo federal recebeu 105.671 denúncias de violência contra a mulher em 2020. Desse total, 75.753 denúncias diziam respeito à violência doméstica e familiar. Entre as principais estavam ameaça ou coação, constrangimento, agressão e tortura psíquica.

Após a divulgação dos vídeos, DJ Ivis foi afastado de todos os compromissos profissionais pela produtora Vybbe, responsável pelo gerenciamento da carreira dele. Produtor, cantor, compositor e tecladista, o artista emplacou hits como "Volta Bebê, Volta Neném", "Não Pode se Apaixonar" e "Volta Comigo BB" .


Há quase um ano, rede de idiomas Wizard tenta desvincular seu nome do Carlos Wizard

Pela terceira vez em um ano, a escola de idiomas Wizard precisou divulgar um comunicado para dizer que não tem relação com o empresário Carlos Wizard, que foi à CPI nesta quarta (30).

De fato, Wizard é o fundador da rede que leva seu nome, mas vendeu o negócio por R$ 2 bilhões para a multinacional Pearson em 2013.

No ano passado, quando o bilionário foi convidado para ocupar um cargo no Ministério da Saúde, a empresa colocou um aviso fixo em sua página na internet explicando que o vínculo não existia. Meses depois, o Tribunal de Justiça de São Paulo divulgou um comunicado, a pedido da Pearson, afirmando que o empresário não tinha qualquer ligação societária ou relação com a rede de escolas e a marca Wizard.

Nesta quarta, a empresa fez um novo comunicado oficial. Desta vez, foi mais direta no esforço de se desvincular do fundador: "a Wizard pertence à Pearson desde 2014 e nosso posicionamento é muito diferente do de Carlos Martins", escreveu. Enquanto isso, pipocavam nas redes sociais chamamentos para boicotes à marca que ainda leva o nome do empresário.

A confusão em torno do nome tem um contexto curioso. Carlos Wizard Martins não nasceu com o 'Wizard' na certidão.

É mais comum no mundo dos negócios que o nome do empresário batize o empreendimento. Mas com Carlos Martins foi o contrário. A rede de idiomas se incorporou ao seu nome.

Para conseguir mudar os documentos, ele disse ao juiz que, com um nome tão comum quanto Carlos Martins, ele teria dificuldades para desenvolver seu negócio, porque há muitos no mundo. Foi uma homenagem ao "Mágico de Oz" ("The Wizard of Oz", em inglês).

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo em 2014, o bilionário disse que nome foi impresso em seus documentos e nos dos filhos. Disse também que em seu túmulo vai estar escrito Carlos Wizard Martins.

FOLHAPRESS


Manifestantes fazem atos contra Bolsonaro e a favor da vacina em todos os estados e no DF

Milhares de pessoas foram às ruas neste sábado (19) em cidades de todo o país em protesto contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e em defesa da vacinação contra a Covid-19. Os atos são pacíficos e, coincidentemente, ocorrem no dia em que o Brasil bateu a triste marca de 500 mil mortos por Covid.

Até as 18h30, os protestos ocorriam em Brasília e mais 24 capitais: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo, Teresina e Vitória.

Houve atos também em outras localidades, como Campina Grande (PB), Campinas (SP), Caxias (MA), Lavras (MG) e Ribeirão Preto (SP). No total, os atos ocorrem em cidades de todos os estados e do Distrito Federal.

Os manifestantes pediam mais vacina, a saída de Bolsonaro, auxílio emergencial de R$ 600, erradicação da fome e da pobreza e proteção ao meio ambiente e aos direitos dos indígenas.

Em geral, os participantes dos protestos usavam máscaras. Em alguns locais, como Campo Grande, Palmas e Teresina, houve distribuição do item de proteção.

Houve também preocupação com o distanciamento social. No Recife, por exemplo, muitos caminhavam em fila indiana. Em Cuiabá, Jataí (GO) e Sorocaba (SP) a manifestação foi em forma de carreata.

Mas, em alguns momentos, houve registros de aglomeração.