Consciência ambiental faz a diferença

Você sabia que o Brasil o 16º país do mundo que mais descarta lixo nos oceanos? A posição incômoda foi trazida por meio de uma pesquisa feita pela revista americana Science e serve para ligar o sinal de alerta. O que podemos fazer para mudar essa realidade?

No último episódio da temporada de "O Brasil que Ninguém Fala", a gente traz uma reportagem que mostra ações proativas e muito simples, mas que fazem toda a diferença nos momentos de lazer. Com a proximidade das férias de verão, por exemplo, recolher o lixo que descartamos nas praias e parques é tarefa obrigatória.

Nossa equipe foi até Belém conhecer um programa da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, que aproveita o período de descanso de muitos brasileiros para conscientizar e mostrar que sempre é tempo de fazer a diferença.

Apesar de ainda estearmos em novembro, a contagem regressiva já começou e nada melhor do que poder aproveitar o descanso em família sem agredir o meio ambiente, não é mesmo?


Estudante com Síndrome de Down chega à universidade

A história dessa semana tem como protagonista o Aron, um jovem cheio de planos e muita força de vontade, que rompeu a barreira das limitações impostas pela Síndrome de Down e hoje voa alto, graças ao Letramento, técnica de aprendizagem trabalhada pelos profissionais de psicopedagogia da Universidade Federal da Paraíba, a primeira do Brasil a formar profissionais nessa área.

Aos 21 anos, Aron teve ganhos cognitivos e motores importantes. Hoje, graças ao progresso alcançado, ele faz parte do corpo de alunos do curso de Gestão Ambiental.

A pessoa com deficiência intelectual, tem uma dificuldade muito grande de assimilar o que aprendeu, e a psicopedagogia ensina de uma forma lúdica para que a pessoa com deficiência ela consiga captar tudo, explica Eliane Pacote, mãe de Aron, que acompanha, emocionada, o progresso e a independência cada vez maior do filho.

Uma grande notícia desse Brasil que Ninguém Fala apresentado aqui. Um olhar mais humano, generoso e atento às grandes realizações de um pais cada vez mais aberto ao diferente, pois aprendemos juntos que limitações e barreiras só existem na nossa cabeça.


Jovens vencem o câncer e celebram vida nova com apresentação musical

Em três anos, o Pará registrou cerca de 600 novos casos de câncer infanto-juvenil. Leucemia, linfoma e tumores no sistema nervoso central são os de maior incidência nessa faixa etária. Se diagnosticada no início, a doença tem maiores chances de cura.

A luta é difícil, e nem sempre os pacientes saem vitoriosos. Mas quem sai, sente a alegria de uma conquista que é difícil descrever. É sentir novamente o doce sabor da vida, com um olhar diferente, e dar esperanças para quem ainda enfrenta a doença.

Em Belém, o Hospital Oncológico Infantil decidiu transformar as vitórias dos pacientes em uma cerimônia mais que especial. Quem consegue se curar, toca o chamado sino da vitória. Uma representação simbólica de uma nova vida que está começando.

De 2015, ano da inauguração do Oncológico, até hoje, mais de 500 crianças e adolescentes tiveram alta. E sempre que precisarem retornar ao hospital, seja por uma consulta de rotina ou de visita, também vão poder tocar o sino.

A equipe do SBT acompanhou de perto uma dessas celebrações da vida. E O Brasil Que Ninguém Fala desta semana mostra em uma reportagem para lá de emocionante.


Yasmin vence os limites da paralisia cerebral para se tornar juíza

Aos 21 anos, a Yasmin pensa longe e corre atrás do sonho de ser juíza. A jovem estudante mostra que nenhuma barreira física é capaz de pará-la. As sequelas de uma paralisia cerebral, ela usa como impulso para chegar cada vez mais longe.