Polícia aguarda laudos periciais para esclarecer morte de Ludmila Pedro de Lima
Por Viviane Oliveira | 07/03/2026 20:15
A morte de Ludmila Pedro de Lima, de 25 anos, gerou manifestações de pesar entre integrantes de comunidade católica em Campo Grande. Participante do grupo Despertar e integrante da Comunidade São Lucas, da Paróquia Divino Espírito Santo, Ludmila foi lembrada por membros da pastoral pela participação nas atividades da juventude.
A morte da jovem Ludmila Pedro de Lima, de 25 anos, causou comoção na Comunidade São Lucas, da Paróquia Divino Espírito Santo, em Campo Grande. Participante ativa do grupo Despertar, ela foi encontrada inconsciente após uma discussão com o namorado, apresentando convulsões após supostamente ingerir água com cocaína.A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul aguarda laudos periciais para esclarecer as circunstâncias do óbito. O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, que mantém todas as linhas de investigação em aberto, embora não haja, até o momento, indícios de feminicídio.
Em nota divulgada nas redes sociais, o grupo destacou a presença da jovem na comunidade e manifestou solidariedade a familiares e amigos. “Somos gratos a Deus por sua vida e por tudo o que ela representou para cada um que teve a graça de conviver com ela”, diz trecho da mensagem. O texto também pede orações e conforto aos familiares neste momento.
A Polícia Civil informou que aguarda a conclusão de laudos necroscópicos e periciais para esclarecer as circunstâncias da morte da jovem, registrada entre a tarde de sexta-feira (6) e a manhã deste sábado (7), no Bairro Paulo Coelho Machado.
Segundo a polícia, Ludmila foi encontrada inconsciente em uma residência, na Rua Delegado Alfredo Hardman, e apresentou convulsões. Ela foi levada para atendimento médico em estado grave. O morador da casa, que se apresentou como namorado da jovem, relatou que os dois haviam discutido e que ela teria ingerido água com cocaína.
O caso é investigado pela Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher). Conforme a polícia, até o momento não há indicativos técnicos ou periciais que confirmem a hipótese de feminicídio, mas todas as linhas de investigação permanecem abertas.
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