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Incêndio no Nabileque é contido e focos seguem na Baía do Tuiuiú

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Bombeiros controlam fogo em Corumbá e monitoram área de difícil acesso no Rio Paraguai

Cortina de fumaça chama atenção às margens do Rio Paraguai. (Foto: Silvio de Andrade)

O Corpo de Bombeiros Militar conteve, nesta segunda-feira (26), o incêndio florestal na região do Nabileque, em Corumbá, a 421 quilômetros de Campo Grande, após atuação direta no combate às chamas, enquanto mantém o monitoramento de focos remanescentes na Baía do Tuiuiú, às margens do Rio Paraguai.

O Corpo de Bombeiros Militar conseguiu controlar o incêndio florestal na região do Nabileque, em Corumbá, mas mantém o monitoramento de focos na Baía do Tuiuiú, às margens do Rio Paraguai. Na Baía, o fogo atinge pontos isolados em áreas de difícil acesso.Mato Grosso do Sul registrou queda de 91% na área atingida por incêndios florestais em 2025, com 202.678 hectares queimados, contra 2,3 milhões em 2024. Contudo, em janeiro de 2026, já foram detectados 69 focos ativos no Pantanal, superando os 34 do mesmo período do ano anterior.

Segundo os bombeiros, a equipe que atuou no Nabileque retornou após controlar o incêndio. Na Baía do Tuiuiú, o fogo ainda atinge pontos isolados em locais de difícil acesso, o que impede ação direta neste momento.

Os dois incêndios ficam em áreas próximas ao Rio Paraguai. No caso da Baía do Tuiuiú, a região está distante do perímetro urbano e exige acompanhamento contínuo das condições do fogo.

Até agora, não há informações sobre a área atingida nem sobre as causas dos incêndios.

Histórico – Mais cedo, balanço do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Especiais) pontuou que o Estado registrou em 2025 uma queda significativa de 91% na área atingida por incêndios florestais, consolidando o melhor desempenho da série histórica iniciada em 1998 no que se refere aos focos de calor e à extensão territorial queimada, especialmente no Pantanal.

A redução mais expressiva foi observada na área queimada. Em 2025, o fogo atingiu 202.678 hectares, volume muito inferior ao de 2024, quando mais de 2,3 milhões de hectares foram consumidos pelas chamas, cenário este que marcou a pior temporada de incêndios já enfrentada pelo Estado.

Apesar do avanço, o alerta permanece para 2026. A vegetação densa em recuperação após os incêndios de 2024 e o período prolongado com baixos índices de chuva são apontados como fatores de risco. Somente em janeiro deste ano, entre os dias 1º e 26, foram detectados 69 focos ativos no Pantanal, contra 34 no mesmo período do ano passado, segundo dados do BDQueimadas (Banco de Dados Queimadas).



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