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Mato Grosso do Sul registra 107 casos confirmados de dengue

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Mosquito Aedes aegypt, transmissor da dengue, no dedo de uma pessoa. (Foto: Arquivo/Agência Brasil)

Mato Grosso do Sul registrou 107 casos confirmados de dengue em 2026, de um total de 954 casos prováveis, conforme boletim da SES (Secretaria de Estado de Saúde) divulgado nesta terça-feira (24). O documento detalha que nenhum óbito foi confirmado ou está em investigação nas primeiras semanas do ano.

Mato Grosso do Sul contabiliza 107 casos confirmados de dengue em 2024, entre 954 casos prováveis, segundo boletim da Secretaria de Estado de Saúde. O estado já aplicou 223.322 doses da vacina contra a doença, de um total de 241.030 recebidas do Ministério da Saúde. Em relação à chikungunya, foram notificados 1.346 casos prováveis, com 525 confirmações, incluindo nove gestantes. A SES reforça a importância de medidas preventivas, como eliminação de criadouros do Aedes aegypti e uso de repelentes, além do acompanhamento médico adequado em caso de sintomas.

Nos últimos 14 dias, Jardim, Inocência, Sete Quedas, Itaquiraí, Itaporã, Maracaju, Corumbá, Sidrolândia, Dourados e Três Lagoas apresentaram incidência baixa de casos confirmados da doença, o que indica controle relativo nesses municípios.

A vacinação contra a dengue segue em Mato Grosso do Sul, com 223.322 doses aplicadas da remessa de 241.030 recebidas do Ministério da Saúde. O esquema exige duas doses, com intervalo de três meses, e é voltado para crianças e adolescentes entre 10 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra maior número de hospitalizações. A SES orienta que a imunização seja seguida conforme o calendário para garantir proteção adequada.

Em relação à chikungunya, o Estado notificou 1.346 casos prováveis, com 525 confirmados no SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação). Entre os registros, nove casos envolveram gestantes. O órgão reforça que pessoas com sintomas da doença devem procurar unidade de saúde e evitar automedicação, para reduzir risco de complicações e contribuir para o controle epidemiológico.

A SES também recomenda medidas de prevenção, como eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, uso de repelentes e telas de proteção. O boletim reforça que o combate às arboviroses depende da participação da população e do acompanhamento das autoridades de saúde.



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