Prefeito destaca avanço da produção de laranja e reforça ações preventivas no município
A Prefeitura de Sidrolândia, a 69 km de Campo Grande, iniciou ações simultâneas nas áreas rurais e urbanas para erradicar a planta murta (Murraya paniculata), considerada um risco para os pomares de laranja em crescimento na região. Segundo o prefeito Rodrigo Basso (PL), o avanço da produção de citros exige medidas rigorosas de prevenção contra pragas que podem comprometer a atividade agrícola.
A Prefeitura de Sidrolândia, localizada a 69 km de Campo Grande, iniciou a erradicação da planta murta (Murraya paniculata) em áreas urbanas e rurais, visando proteger os pomares de laranja em expansão. O prefeito Rodrigo Basso (PL) destacou a importância da ação, que já removeu mais de mil plantas na cidade e segue em fazendas.A iniciativa, em parceria com a Iagro, é respaldada pela Lei Municipal nº 2.309 de 2025 e inclui um programa de substituição de mudas. A retirada voluntária deve ser concluída até 17 de março, com penalidades para quem não cumprir. O objetivo é prevenir doenças nos citros e garantir a sanidade vegetal.
Basso afirmou que as equipes da prefeitura têm atuado nas ruas da cidade e agora avançam para fazendas e assentamentos. A iniciativa segue a Lei Municipal nº 2.309 de 2025 e é realizada em parceria com a Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal). O prefeito destacou que o trabalho tem sido bem recebido pela população, que vem colaborando com a erradicação da planta.
Segundo Basso, há uma estimativa de mais de duas mil plantas de murta apenas no perímetro urbano, número que deve ser ainda maior na área rural.
Sidrolândia concentra grandes áreas de produção de laranja em expansão, como a Fazenda Araracoara, do grupo Cutrale, que está finalizando o plantio de 7.500 hectares, segundo o prefeito. Há ainda pomares já em produção entre Sidrolândia e Dois Irmãos do Buriti, o que reforça a necessidade de ações preventivas.
De acordo com Rodrigo Basso, mais de mil plantas já foram retiradas apenas na área urbana, mas o serviço ainda está no início. “É bastante. Na área rural tem muito também, e as equipes estão em campo orientando para que quem possa fazer a retirada voluntária e quem não possa entrar em contato com a prefeitura”, afirmou.
Além da erradicação, a prefeitura implantou um programa de substituição, com doação de mudas de outras espécies para os locais onde a murta foi removida. A iniciativa integra o trabalho de conscientização previsto na legislação municipal.
O prefeito reforçou que o principal objetivo é prevenir doenças que afetam os citros, proteger a economia local e garantir a sanidade vegetal. A retirada voluntária deve ser feita até 17 de março, conforme estabelece a lei. Em caso de descumprimento, estão previstas advertências, multas e a remoção compulsória das plantas.
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