Programa "Mais Social" vai beneficiar permanentemente 100 mil famílias carentes de MS

A lei que cria o programa "Mais Social" e vai beneficiar permanentemente 100 mil famílias carentes de Mato Grosso do Sul foi publicada nesta terça-feira (06), no Diário Oficial do Estado. O govenador Reinaldo Azambuja sancionou nesta segunda-feira (05), a norma que concede benefício de R$ 200,00 mensais às pessoas de baixa renda, por meio de um cartão exclusivo para a realização de compras.

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“Alegria poder disponibilizar este programa que vai atender 100 mil famílias, pessoas que estão em situação mais vulnerável em Mato Grosso do Sul. Elas vão receber um cartão para fazerem as compras de alimentos e materiais de higiene pessoal no comércio local”, afirmou o governador, durante a assinatura da lei, no seu gabinete.

A proposta foi apresentada na semana passada pelo governador e aprovada na Assembleia Legislativa na última quarta-feira (31). “Estou muito contente com esta sanção e a partir desta publicação, nós vamos fazer o cadastro destas famílias, entregar o cartão, para que elas tenham acesso as compras e melhorar sua qualidade de vida”, ressaltou o governador.

Também destacou que se trata de um programa permanente, que vai prosseguir depois da pandemia do coronavírus em Mato Grosso do Sul. “Em tempos de pandemia, este programa é extremamente relevante para diminuir o sofrimento destas famílias”.

Programa

O programa “Mais Social” vai dispor de cartão exclusivo aos beneficiados, com valor de R$ 200,00 por mês para compra de alimentos e produtos de higiene pessoal. Estão proibidas a aquisição de bebidas alcóolicas e produtos à base de tabaco, sob pena de exclusão do beneficiário do programa.

O novo programa vai ampliar a cobertura que já era feito pelo “Vale Renda”, que hoje atende 30 mil famílias, com o valor de R$ 180,00. As famílias que já eram beneficiadas serão transferidas gradativamente para o "Mais Social".

A previsão da administração estadual é desembolsar R$ 182 milhões por ano com o novo programa. Entre os critérios para a inclusão no programa estão ter renda familiar de meio salário e crianças matriculadas e com frequência regular na escola. Famílias com idosos terão prioridade no acesso ao programa.

O programa vai abranger todos os municípios do Estado, tendo o objetivo de promover a segurança alimentar e assim ampliar o acesso a rede de serviços públicos. Os recursos são advindos do Tesouro Estadual, Fundo de Investimentos Sociais (FIS), Fundo de Combate a Erradicação da Pobreza (Fecomp), convênios, doações e emendas parlamentares.

A titular da Sedhast (Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho), Elisa Cleia Nobre, explicou que as famílias não precisam se deslocar a nenhum endereço para fazer cadastro ao novo benefício e que equipe da secretaria vai até a casa delas. “Será uma busca ativa. Nossas equipes visitarão os endereços que já estão no Cadastro Único (CadÚnico)”.

O novo programa social do governo do Estado é mais uma medida para contribuir com a população de Mato Grosso do Sul, e assim reduzir os prejuízos e desigualdades sociais. A lei que cria o novo programa será publicada no Diário Oficial do Estado.

Subcom


Pesquisa aponta variação superior a 250% nos exames de covid em Campo Grande

O Procon de Mato Grosso do Sul encontrou uma variação de 253,54% no valor dos testes da covid-19, e houve grande diferença também no prazo de entrega dos exames.

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MS deve ter melhor resultado do país na economia

Projeção é da Tendências Consultoria que prevê crescimento de 2,7% até o fim de 2021

Assista ao comentário do Tata Marques, hoje (01/09) ao vivo no O Povo Na TV:

Apesar do estrago causado pela Covid-19, Mato Grosso do Sul deverá obter o melhor desempenho do país no crescimento da economia no próximo ano. É o que revela levantamento da Tendências Consultoria Integrada. Segundo o estudo, Mato Grosso do Sul vai estar entre os cinco estados brasileiros a encerrar o próximo ano com crescimento no Produto Interno Bruto (PIB), em relação a 2019.


Governador do MS Reinaldo Azambuja - Foto: Divulgação/Assessoria

Enquanto 21 estados e o Distrito Federal podem fechar 2021 com queda, Mato Grosso do Sul deverá exceder em 2,7% o PIB do ano passado. Os outros estados com estimativa de crescimento são Pará, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Goiás. O Produto Interno Bruto é a soma de todas as riquezas geradas por um país.

Para o governador Reinaldo Azambuja, o papel do poder público deve continuar sendo o de permitir uma retomada segura da economia. “Todo mundo teve prejuízos por causa da pandemia, da dona de casa aos governos, e quem respondeu melhor à pandemia foi o agronegócio, que em Mato Grosso do Sul tem um papel essencial. Mais uma vez, os produtores brasileiros mostraram que, da porteira para dentro, eles dão show. Não chegamos a paralisar nenhuma atividade, mas criamos protocolos e medidas de segurança para o trabalhador, trabalhadora e criamos o Comitê Gestor do Plano de Retomada Pós-Crise para apoiar iniciativas que contribuam para a retomada segura das atividades econômicas. Queremos estimular o mercado, mesmo que o retorno a essa nova normalidade seja diferente. É com responsabilidade, que vamos superar essa crise”, disse.

De acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o desempenho de Mato Grosso do Sul é explicado em parte pela agroindústria, em especial a de papel e celulose. “Com localização privilegiada, próxima de São Paulo, a indústria de celulose do Estado deve ser favorecida pela expectativa de ampliação da demanda asiática por papel tissue, pela tendência estrutural de substituição do plástico por produtos de papel e pelo câmbio brasileiro desvalorizado”, explica o economista da Tendências Lucas Assis.

Não é a toa que o Governo de Mato Grosso do Sul não tem medido esforços em promover a integração logística para facilitar o escoamento da produção. Na última semana, o governador Reinaldo Azambuja assinou um acordo com o colega Carlos Roberto Massa Ratinho Junior, do Paraná, para viabilizar a construção de um corredor ferroviário de exportação com 1.370 quilômetros, ligando regiões produtoras de Mato Grosso do Sul ao porto de Paranaguá.

Isso, sem falar da Rota Bioceânica, projeto encabeçado por Mato Grosso do Sul que irá reduzir em 14 dias a distância e o custo do transportes dos produtos da América do Sul ao continente asiático - que é o maior consumidor do Estado.

Empregos

O crescimento do PIB não é apenas uma projeção. Mato Grosso do Sul já tem respondido melhor à crise e obtido os melhores resultados do país em vários segmentos. Na geração de empregos com carteira assinada, por exemplo, obteve o terceiro melhor desempenho do país no acumulado de janeiro a julho de 2020.

De acordo com o novo Cadastro de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério da Economia, entre janeiro e julho o estado registrou 118.148 admissões, o que resultou em um saldo de 1.561 novos postos de trabalho, atrás apenas de Maranhão e Mato Grosso. As informações são do jornal A Crítica. Imagens do programa O Povo Na TV do dia 01/09/2020 exibido no Sbtms.


Podecast: investimento bilionário no MS; ouça a entrevista com o Governador na Blink102

Hoje o Café com Blink recebeu no estúdio o Governador Reinaldo Azambuja.

Com o Jornalista Tata Marques, o Governador citou a construção do maior pacote de obras da história de Mato Grosso do Sul, conjunto de investimentos do Programa Governo Presente para o triênio 2020/2022, soma mais de R$ 4,2 bilhões.

Ouça a entrevista completa.

Confira também a entrevista do Governador no O Povo Na TV.


Obras em saneamento vão passar de R$ 400 milhões, diz governo

Foi assinado nesta manhã (21), a segunda fase do programa, que trata de R$ 119 milhões para obras em 16 cidades

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) assinou hoje (21), junto com prefeitos e a direção da Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul), um contrato no valor de R$ 119 milhões para obras de saneamento, em 16 cidades do Estado. O tucano revelou que ao todo serão mais de R$ 400 milhões, em três etapas.

Estes investimentos fazem parte de uma parceria com o programa “Avançar Cidades”, sendo financiado pela Caixa Econômica Federal. A primeira edição no Estado, foi no valor de R$ 190 milhões e atendeu 16 municípios. Hoje (21), na sede da Sanesul, foi assinada a segunda fase, que são R$ 113 milhões financiados e mais a contrapartida de R$ 6 milhões (Sanesul).

Para esta edição foram contempladas as cidades: Anaurilândia, Anastácio, Aral Moreira, Bataguassu, Dois Irmãos do Buriti, Figueirão, Iguatemi, Inocência, Itaporã, Japorã, Mundo Novo, Rio Brilhante, Rio Negro, Rio Verde de Mato Grosso, Ivinhema e Corumbá.

“A nossa intenção é universalizar o tratamento e coleta de esgoto no Estado, porque se trata de um ganho para população, principalmente na saúde, pois quando se investe R$ 1 real em saneamento, se economiza R$ 5 na saúde”, disse o governador durante o evento.

Próxima –
A terceira fase do programa será no final de outubro, com R$ 136 milhões mais 14 municípios, tendo R$ 136 milhões sendo contemplados com obra na área de saneamento, tendo como foco o tratamento de esgoto.

“Depois deste investimento, teremos 40 municípios com mais de 80% de cobertura de esgoto no Estado”, disse o diretor-presidente da Sanesul, Walter Carneiro Jr.

O presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, ponderou que com estes investimentos muitas cidades “saíram do zero” na coleta de esgoto, para ter uma cobertura substancial. “Só nesta fase são 16 cidades e ainda tem mais entrega no final de outubro”.

O diretor de Operações da Sanesul, Onofre Assis de Souza, explicou que as obras desta fase devem começar em janeiro de 2020, tendo prazo de 12 a 24 meses para terminar. Este financiamento junto a Caixa Econômica será pago pela própria Sanesul, através das tarifas junto à população.

“Se a empresa (Sanesul) não tivesse estrutura e capacidade financeira, não teria condições de fazer este empréstimo, ainda vamos melhorar mais o trabalho quando fizermos o PPP (Parceria Público-Privada) do Saneamento, para investirmos mais”, disse Azambuja.

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Governador Reinaldo Azambuja vai ao Paraguai para uma missão aguardada há anos

Em viagem ao Paraguai nesta quarta-feira (10), o governador Reinaldo Azambuja foi convidado para voltar ao país no dia 20, sábado, para um compromisso esperado há anos, a abertura da licitação do projeto executivo da ponte entre Carmello Peralta, no país vizinho, e Porto Murtinho, em Mato Grosso do Sul.

A estrutura é considerada essencial para a concretização da rota de integração da América Latina rumo aos portos do oceano Pacífico. A nova rota encurtará a distância e reduzirá tempo e custo do transporte de cargas para países asiáticos. A construção da ponte, com 680 metros, tem custo avaliado em us$ 75 milhões.


União vai liberar R$ 105 milhões para Rio Taquari e recuperação em Bonito

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