FBI alerta sobre protestos armados antes da posse de Biden nos EUA

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Há temor de violência na capital federal e em todas as 50 capitais estaduais, no período de 16 a 20 de janeiro, dia em que Biden irá assumir a presidência. Chefe do Departamento da Guarda Nacional, general Daniel Hokanson, disse que até 15 mil integrantes podem se deslocar até Washington já no final da semana, caso sejam solicitados.

O FBI alertou sobre possíveis protestos armados planejados para Washington e todas as 50 capitais estaduais dos Estados Unidos durante os dias que antecedem a posse do presidente eleito dos EUA, Joe Biden, em 20 de janeiro, disse nesta segunda-feira (11) uma fonte na área de segurança.

Diante das ameaças de violência por parte de apoiadores do presidente Donald Trump, a Guarda Nacional foi autorizada a enviar até 15 mil soldados a Washington, e os turistas foram impedidos de visitar o Monumento a Washington.

O comitê de posse de Biden disse nesta segunda-feira que o tema da cerimônia de 20 de janeiro será “América Unida”, mesmo enquanto o país sofre com as consequências da invasão do Capitólio na última quarta-feira por apoiadores de Trump.

Falando sob condição de anonimato, a fonte disse que os alertas do FBI se referiam ao período de 16 de janeiro a pelo menos até 20 de janeiro para as capitais dos Estados e durante os três dias que antecedem o dia da posse em Washington.

O chefe do Departamento da Guarda Nacional, general Daniel Hokanson, disse a repórteres que esperava que cerca de 10 mil integrantes da Guarda Nacional estivessem em Washington no sábado e que eles se concentrariam no apoio à segurança, logística e comunicações.

Ele disse que o número pode subir para 15 mil, se solicitado pelas autoridades locais.

Pelo menos um parlamentar pediu ao Pentágono que fizesse mais. O senador Chris Murphy, que disse que enviaria uma carta ao secretário de Defesa interino na segunda-feira, afirmou que não estava claro se a Guarda Nacional seria suficiente para proteger a capital do país e que tropas ativas também poderiam ser necessárias.

Por Reuters / G1

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