"Me assista" - Tatá vai às ruas de Campo Grande pedir audiência

Tatá Marques, o apresentador do programa “O POVO NA TV”, da emissora SBT/MS, foi visto numa cena, no mínimo, inusitada, nesta segunda-feira (19).

O apresentador foi filmado por diversos motoristas na Avenida Mato Grosso, em Campo Grande, segurando uma placa com a mensagem “ME ASSISTA”, pedindo por audiência às pessoas que passavam pela rua.

O ato gerou muito curiosidade e especulação. Muitos viram a ação com bons olhos, já que o programa dele, mesmo em vantagem na audiência, foi com humildade às ruas pedindo para assistirem a seu programa.

A ação antecede uma grande campanha de divulgação do IBOPE 2019, onde Tatá aparece na frente.

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Cinemas têm até janeiro para garantir acessibilidade a cegos e surdos

A partir do dia 1º de janeiro de 2020, todas as salas de cinema do país serão obrigadas, sob pena de multa, a oferecer aparelhos de acessibilidade para deficientes visuais e auditivos. A determinação está na Instrução Normativa 128/2016, da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Até o dia 16 de setembro deste ano, os exibidores precisam ter atingido a meta de 35% das salas dos grandes complexos e 30% das salas dos grupos menores.

Segundo o secretário-executivo da Ancine, João Pinho, o dia 16 de junho foi o primeiro prazo para o cumprimento das metas, com a exigência de 15% das salas de grandes complexos oferecendo os recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais (Libras) para quem solicitar.

“Agora a gente entrou efetivamente na segunda fase, que é monitoramento do cumprimento em si. Ainda tem um pouco de orientação, mas já começa com a fiscalização pelos complexos. Estamos acompanhando semanalmente pelos sistemas internos da agência e de acordo com o plano de fiscalização, que envolve visitas técnicas quando necessário. Estamos divulgando a lista dos cinemas que se declaram acessíveis”.

Segundo o último levantamento feito pela agência, divulgado no fim de junho, a meta de 15% havia sido cumprida. A lista das salas com os recursos pode ser consultada na internet e o próximo levantamento deve ser divulgado no início de setembro.

Pinho explica que as exigências de acessibilidade para o setor de cinema no Brasil começaram em 2014, com a obrigatoriedade de todos os filmes produzidos com recursos públicos oferecerem os recursos para audiência de cegos e surdos. E desde 16 de junho todos os filmes, inclusive estrangeiros, já estavam adaptados.

“Se a gente colocasse a obrigatoriedade logo, o exibidor não ia ter conteúdo acessível para oferecer ao público alvo. Isso era para criar um estoque de filmes e também de séries, porque vamos começar isso depois para a TV. Então a gente já teve 100% dos filmes nacionais, agora 100% dos filmes de qualquer nacionalidade e em 1º de janeiro 100% dos cinemas”.

O secretário explica que não há dados sobre a utilização dos recursos de acessibilidade nas salas, mas para o ano que vem o sistema da Ancine que contabiliza a bilheteria dos cinemas do país vai trazer essa informação. Além disso, ele destaca que duas câmaras técnicas montadas dentro da agência, uma sobre acessibilidade e outra com os exibidores, acompanha a implementação das medidas para avaliar a eficácia e qualidade dos serviços oferecidos.

“Tem as duas câmaras técnicas para dar o feedback, como melhorar o equipamento, aumentar o número de equipamentos disponíveis se tiver muita demanda, legenda em libras malfeita, por exemplo. Daí teremos que fazer campanhas para melhorar essas coisas”.

Segundo Pinho, o Brasil é pioneiro na área, sendo o único país que exige exibição cinematográfica com língua de sinais. “Temos recebidos feedbacks qualitativos, muito emocionantes, de pessoas com deficiência que nunca tinham ido ao cinema na vida, pessoas que nunca viram ou asistiam filme sem entender. A gente vê que está impactando positivamente a vida dessas pessoas”, explicou.


Senado diz que indicação de Eduardo Bolsonaro configura nepotismo

A consultoria legislativa do Senado elaborou um parecer afirmando que a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada brasileira em Washington, nos Estados Unidos, se formalizada pelo presidente Jair Bolsonaro, configura nepotismo. O parlamentar é o terceiro filho do presidente e está visitando gabinetes de senadores em busca de apoio para a indicação. A nomeação precisa ter aval da maioria do Senado para ser oficializada.

O parecer foi embasado no entendimento da Súmula Vinculante nº 13, do Supremo Tribunal Federal, que trata sobre nepotismo. A corte já se manifestou de que, para cargos políticos, a súmula não se aplica. No entendimento dos consultores legislativos, porém, embaixadores não são agentes políticos. O parecer foi assinado pelos consultores Renato Monteiro de Rezende e Tarciso Dal Maso após pedido dos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

“Quanto à situação concreta colocada, considerando que (a) embaixadores não são agentes políticos, (b) é comissionado o cargo de Chefe de Missão Diplomática Permanente, (c) as indicações para esse cargo (e as próprias nomeações) são feitas pelo Presidente da República, (d) o Deputado Eduardo Bolsonaro é filho (parente em primeiro grau) do Presidente da República, concluímos ser aplicável ao caso a Súmula Vinculante nº 13, restando configurada, na hipótese de a indicação vir a ser formalizada, a prática de nepotismo”, diz o documento concluído no último dia 13.


Com sistema do Detran fora do ar, milhares de proprietários de veículos sofrem transtornos

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Instabilidade no sistema de informática do Detran gera transtornos a milhares de proprietários de veículos. O departamento de trânsito afirma que o problema começou na quarta-feira (14), mas motoristas reclamam que desde sexta-feira passada (09) não conseguem resolver nada nas agências.


Tempo seco e temperaturas baixas devem durar até final do mês no MS

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Uma frente fria deve derrubar as temperaturas, principalmente nas cidades da região sul do Estado, nesta quarta-feira (14). Mas nada de chuva pelos próximos dias.


O Horto Florestal de Campo Grande

Você já se sentiu com calor aqui em Campo Grande, com uma vontade de andar entre árvores, escutar os pássaros cantando e sentir um pouco da umidade natural de uma floresta tropical?

Se já se sentiu assim, tenho certeza que você deu uma passadinha no Horto Florestal.

É um lugar com uma magia única. Bem no centro caótico de Campo Grande, um local reservado a curtir a natureza, sem precisar se preocupar com bichos e mato selvagem.

Ao entrar no horto, parece que você é transportado para uma floresta tropical, com trilhas para caminhar, aquele cheirinho de natureza e com espaço para conversar, tomar aquele tereré, e ainda deixar as crianças brincando na areia do barquinho.

O Horto ainda tem espaço para jogar bocha, e tudo cercado com árvores e sombras frescas em todos os locais.

Para quem gosta de algo mais, ainda tem a arena cultural do Horto, que fica logo ali, atravessando a passarela que passa sobre a Fernando Correia da Costa. Um espaço com quadra de esportes e/ou apresentações artísticas.

Começando hoje, vamos falar sobre os pontos mais legais da nossa querida Morena acolhedora que é Campo Grande. Conta pra gente qual as lembranças que você tem sobre esse local.

Tags deste artigo:campo grande, Capa, florestal, horto, horto florestal, viva mais, viva+
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Você Está Vivendo O Fim De Semana Errado!

Escrito Por Vini Prado / Blink 102 FM


'Nós usamos ciência, não balela de Twitter', diz ex-diretor do Inpe

(FOLHAPRESS) Durante bate-boca na Globo News, o ex-diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Ricardo Galvão, disse a Ricardo Salles (Ambiente), que “nós [do Inpe] usamos as publicações científicas, não a balela que vocês usam, coisa de Twitter”. A fala é uma resposta às críticas do presidente Jair Bolsonaro aos dados de desmatamento do Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), que apontam para o crescimento do desmate da Amazônia em junho e julho deste ano, em comparação com 2018.

O debate, que aconteceu neste sábado (10), abordou a preservação do meio ambiente, agronegócio e a repercussão da crise no Instituto, que culminou na demissão de Galvão em 2 de agosto.

Segundo Salles, os dados do Inpe não são mentirosos, como sugeriu Bolsonaro, mas dão margem para “interpretações sensacionalistas”.

“Eu não tenho dito que os números estão manipulados, mas que a forma de se apresentar os números está. A imprensa teve acesso a isso antes do Ibama, um repórter sabia dos dados antes do próprio órgão. Isso é inadmissível”, disse.

O ex-diretor do Inpe, acusado por Bolsonaro de estar “a serviço de alguma ONG”, aproveitou o momento para defender a si mesmo e ao Instituto. “O presidente da República chamou os dados do Inpe de mentirosos. Ele acusou todos os cientistas do Inpe de terem cometido crime de falsidade ideológica. Ele me acusa de estar a serviço de uma ONG internacional. Eu não sou uma criança, eu tenho uma respeitabilidade internacional enorme. O presidente da República me acusa. Não acha isso errado ministro?”, questiona.

Salles defendeu o presidente e afirmou que Jair Bolsonaro é “uma autoridade política que tem liberdades”. O ministro disse ainda que Galvão deveria ter tido autocontrole durante a entrevista, na qual afirmou que o presidente agia “como se estivesse falando em botequim”. O ex-diretor do Inpe rebateu, alegando que, apesar de Bolsonaro ser uma autoridade, ele não tem “liberdade moral” para fazer acusações.

Para acalmar os ânimos, a jornalista Renata Lo Prete, que comanda o programa, aproveitou a presença de Marcelo Brito, presidente da Abag (Associação Brasileira do Agronegócio) para apartar a discussão, passando a ele a palavra e encerrando o bloco em seguida.

Na reta final do programa, os convidados assumiram um tom apaziguador e Galvão chegou a concordar com a sugestão de Salles em retomar o TerraClass, projeto do Inpe em parceria com a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), que visa acompanhar a regeneração de áreas desmatadas e emitir relatórios a cada dois anos.

“O ministro tem uma crítica ao desmatamento que está correta. O Deter e o Prodes dão o dado de desmatamento da floresta nativa, mas não computam como foi a regeneração e utilização da terra depois. Nós deixamos de fazer [as análises do TerraClass] a partir de 2014 porque era um recurso do BNDES que deixou de ser passado ao Inpe. Eu, apesar das divergências com o ministro, considero muito boa a proposta dele de nós voltamos com o TerraClass”, concluiu.

Entenda a crise

A troca de acusações envolvendo o ex-diretor do Inpe, Ricardo Galvão, o presidente Jair Bolsonaro e seus ministros, Ricardo Salles (Ambiente) e Marcos Pontes (Ciência), começou no dia 3 de julho de 2019, quando dados do Deter, sistema de alertas de desmatamento do Inpe, apontaram que o desmate na Amazônia cresceu.

De lá para cá, o ex-diretor do Inpe e o presidente trocaram acusações, Galvão foi demitido e Marcos Pontes escolheu um militar – Darcton Policarpo Damião – como diretor interino do Instituto.

Além disso, em 6 de agosto, novos dados do Deter mostraram que a situação era pior do que se pensava e, devido a crise e a relação tensa entre o governo Bolsonaro e países europeus que dão recursos para proteção do ambiente, a Alemanha cortará o repasse de quase R$ 150 milhões para preservação da Amazônia.


Lanç projeto ''EMPODERA MULHERES DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL"

O Instituto Rosa Jardim e a Prefeitura de Campo Grande, juntamente com a Subsecretaria de Defesa dos Direitos Humanos e Câmara Municipal, tem a honra de convidar vossa senhoria para o lançamento do projeto ''EMPODERA MULHERES DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL'', que contará com a presença de diversas lideranças indígenas brasileiras.

Data: 12/08/2019
Hora: 09:00
Local: Câmara Municipal de Campo Grande/ Av. Ricardo Brandão 1600 Vila Manoel Costa Lima.

Contamos com sua presença!!!

Atenciosamente: comunicação SDHU- Subsecretaria de Defesa dos Direitos Humanos.


Pai filma crescimento da filha desde o nascimento até aos 18 anos

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