Os serviços da Casa Militar incluem atendimento ao governador, transporte aéreo de órgãos humanos e convênios
Licitação para treinamentos de pilotos e mecânicos da Casa Militar resultou na habilitação da Escola Paranaense e Aviação S/A, mais conhecida por EPA Training Center, para capacitar sete pilotos e seis mecânicos que atuam com a frota de oito aeronaves do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul. Pela proposta apresentada, a empresa que tem 50 anos de história vai receber R$ 2,5 milhões.
O Governo de Mato Grosso do Sul investirá R$ 2,5 milhões na capacitação de pilotos e mecânicos da Casa Militar. A empresa EPA Trainning Center, com 50 anos de experiência, foi selecionada para treinar sete pilotos e seis mecânicos que operam a frota de oito aeronaves do estado.A iniciativa visa manter a conformidade com as normas da ANAC e garantir a segurança das operações aéreas, que incluem transporte do governador, órgãos para transplante e apoio a órgãos federais. A falta de profissionais habilitados poderia comprometer os serviços e resultar em sanções administrativas.
Os serviços da Casa Militar incluem atendimento ao governador, transporte aéreo de órgãos humanos e tecidos, atendimento de convênios com o Departamento de Polícia Federal, Ministério Público do Trabalho, Receita Federal, e outros. A proposta inicial previa R$ 2,2 milhões com taxa administrativa de 14,75% sobre os serviços. A EPA apresentou índice de 12,5%.
Conforme os documentos da licitação, a frota atual da Segov (Secretaria de Estado de Governo) possui oito aviões e um helicóptero, e “atualmente não há contrato vigente que contemple as atividades de formação, capacitação, treinamento e revalidação dessas habilitações, medidas essenciais para que os profissionais estejam legalmente aptos a operar e manter as aeronaves.”
Por fim, a documentação estabelece que a falta de profissionais habilitados “comprometeria a continuidade dos serviços aéreos, colocaria em risco a conformidade com as normas expedidas pela ANAC e poderia ensejar sanções administrativas, restrições operacionais e, principalmente, riscos à segurança das tripulações e das missões desempenhadas.”









