Homem é condenado a 20 anos por tentar matar ex a facadas

Viaturas em frente ao local do crime, em outubro de 2024. (Foto: Arquivo/Campo Grande News) Tribunal do Júri de Rio Brilhante condenou um homem a 20 anos de prisão, em regime fechado, por tentar matar a ex-companheira com uma facada no peito, após discussão por ciúmes, em outubro de 2024, na casa dele, no município....


Viaturas em frente ao local do crime, em outubro de 2024. (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

Tribunal do Júri de Rio Brilhante condenou um homem a 20 anos de prisão, em regime fechado, por tentar matar a ex-companheira com uma facada no peito, após discussão por ciúmes, em outubro de 2024, na casa dele, no município. A mulher sobreviveu porque recebeu socorro imediato e atendimento médico rápido.

Homem foi condenado a 20 anos de prisão em regime fechado por tentar assassinar a ex-companheira com uma facada no peito, em Rio Brilhante. O crime ocorreu em outubro de 2024, após uma discussão por ciúmes na residência do acusado.A vítima sobreviveu graças ao socorro imediato e atendimento médico rápido. O Tribunal do Júri reconheceu a autoria e considerou que o crime só não resultou em morte devido a circunstâncias alheias à vontade do réu. A sentença também determinou o pagamento de indenização à vítima.

Na sentença, a juíza fixou a pena em 20 anos de reclusão em regime fechado. Ela ainda determinou o pagamento de indenização mínima à vítima.

De acordo com a acusação, o réu chamou a ex-companheira para ingerir bebida alcoólica na residência. Um primo e uma adolescente estavam no local, e o homem forneceu bebida à menor. Durante a madrugada, o casal discutiu por ciúmes.

Em meio ao desentendimento, ele pegou uma faca e atingiu o peito da mulher. O golpe alcançou região vital do tórax e causou lesão grave. A vítima caiu e não conseguiu se defender.

Equipes de socorro a levaram ao Hospital da Vida, em Dourados. Ela ficou internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e recebeu alta após estabilização do quadro clínico. O caso foi registrado como tentativa de feminicídio.

Na época do crime, o homem foi responsabilizado pela agressão após apuração dos fatos. O processo seguiu até o julgamento pelo Tribunal do Júri, responsável por analisar crimes contra a vida.

Durante a sessão, os jurados reconheceram a autoria e entenderam que o crime só não terminou em morte por fatores alheios à vontade do réu, como o atendimento médico imediato. Eles também consideraram que a vítima é mãe de uma criança pequena.



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