Ex é preso suspeito de matar mulher queimada e MS chega a 7 feminicídios


Suspeito levantou suspeitas ao comemorar incêndio que matou a ex; casal estava separado há cerca de 4 anos

Corpo completamente carbonizado após incêndio em casa. (Foto: Divulgação)

A morte de uma mulher em um incêndio registrado na madrugada de domingo (8), em Paranhos, levou à prisão do ex-companheiro dela, Joares Fernandes, de 52 anos, e elevou para sete o número de feminicídios em Mato Grosso do Sul em 2026. A vítima foi identificada como Ereni Benites, de 35 anos.

Um ex-companheiro foi preso suspeito de matar Ereni Benites, de 35 anos, em um incêndio em Paranhos, elevando para sete o número de feminicídios em Mato Grosso do Sul em 2026. O crime ocorreu na madrugada de domingo (8), após a vítima ter participado de uma confraternização com o suspeito, Joares Fernandes, de 52 anos.A Polícia Civil investiga as circunstâncias do incêndio, que deixou o corpo de Ereni carbonizado. Joares, que ainda tentava reatar o relacionamento, foi considerado suspeito após demonstrar comportamento suspeito e comemorar o incêndio. A polícia já ouviu familiares e continua a apuração do caso.

De acordo com o registro policial, a equipe foi acionada por volta da 1h da madrugada após um incêndio atingir uma residência localizada em uma aldeia do município. Diante da gravidade e da possibilidade de haver vítima no local, foram acionados a Perícia Criminal e o IML (Instituto Médico Legal). Após a chegada das equipes, foi confirmado que Ereni morreu dentro da própria casa atingida pelo fogo.

No sábado (7), horas antes do crime, Joares e Ereni participaram de uma confraternização com familiares e conhecidos. O casal estava separado havia cerca de quatro anos, mas, conforme apurado pelos investigadores, Joares ainda tentava reatar o relacionamento.

De acordo com o delegado Sidney Pinheiro, durante o encontro o suspeito demonstrou “emoções intensas” ao falar sobre o relacionamento com a vítima. Ereni deixou o local e, pouco depois, Joares também saiu. Cerca de 20 minutos depois, ocorreu o incêndio na residência da mulher.

Inicialmente, havia a informação de que a vítima estaria em estado de embriaguez. Diante da situação, as pessoas que estavam ingerindo bebida com Ereni foram ouvidas pela Polícia Civil para esclarecer as circunstâncias e ajudar a apurar como o fogo começou.

Durante as investigações, Joares passou a ser considerado suspeito e foi preso na tarde de domingo (8). Segundo a polícia, o homem levantou suspeitas após comemorar o incêndio que matou a ex-companheira. A Polícia Civil já ouviu familiares, entre eles dois filhos da vítima, e continua apurando as circunstâncias do caso para esclarecer como o incêndio foi provocado.

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