Secretaria de Cultura troca mármores do chafariz e prepara pacote de reformas em monumentos
Quem costuma passar pela Praça Ary Coelho, no Centro de Campo Grande, percebeu nos últimos dias áreas isoladas e intervenções de manutenção. Neste sábado (14), o secretário municipal de Cultura, Valdir Gomes, confirmou que as obras fazem parte de um pacote de reformas solicitado pela pasta.
A Praça Ary Coelho, localizada no Centro de Campo Grande, está passando por reformas que incluem a troca de mármores danificados no entorno do chafariz e a substituição de pisos quebrados. A iniciativa, realizada em parceria com a Águas Guariroba, também prevê a instalação de bebedouros inteligentes para a população e animais de estimação.O pacote de melhorias, coordenado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, contemplará outros pontos turísticos da capital, como a Morada dos Baís, o Relógio da Calógeras e o Relógio da 14 de Julho. O monumento “Belisco”, na Rua Barão do Rio Branco, aguarda tinta específica para restauração por ser patrimônio histórico tombado.
Segundo o secretário, parte das melhorias ocorre por meio de parceria com a concessionária Águas Guariroba, que já realizou a troca de mármores danificados no entorno do chafariz e a substituição de pisos quebrados.
“Vamos instalar bebedouros inteligentes para atender a população e também os pets, além de concluir a reforma dos mármores ao redor do chafariz, substituindo as peças que estavam quebradas”, afirmou ao Campo Grande News.
Valdir também adiantou que outras intervenções devem começar em breve em pontos turísticos da Capital. Entre elas está a reforma da Morada dos Baís, principalmente na parte dos fundos do prédio, que permanece interditada há anos.
“A reforma que vai acontecer agora é na Morada dos Baís, principalmente na parte dos fundos, que está interditada há anos. Também teremos pintura do Relógio da Calógeras e serviços de jardinagem no Relógio da 14 de Julho”, explicou.
Segundo o secretário, o monumento conhecido como “Belisco”, localizado na Rua Barão do Rio Branco, é tombado como patrimônio histórico e, por isso, precisa de uma tinta específica para restauração, que ainda não chegou.
As intervenções fazem parte de um conjunto de ações coordenadas pela Secult (Secretaria Municipal de Cultura e Turismo) para manutenção de monumentos e espaços históricos da cidade, e não estão relacionadas às obras executadas pela Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos).


