Marina caiu na trend e fez o marketing da São Gonçalo para o pai,

Aos 10 anos Marina Jablonski Metello entrou na trend e fez o marketing da loja São Gonçalo. O lugar existe há 59 anos em Campo Grande, mas foi a propaganda “contagiante e animada” da filha que encantou as redes sociais. Para quem está por fora, a brincadeira é justamente deixar os herdeiros divulgarem o negócio dos pais com aquela boa vontade que só eles têm. O vídeo da menina soma inúmeras visualizações e comentários no perfil da loja.

Marina Jablonski Metello, de 10 anos, viralizou nas redes sociais ao participar de uma tendência de marketing onde filhos divulgam os negócios dos pais. Em um vídeo espontâneo e carismático, ela apresentou a loja São Gonçalo, estabelecimento tradicional de Campo Grande que existe há 59 anos. A gravação, feita em poucos minutos com sua mãe, conquistou grande repercussão online e gerou diversos comentários nostálgicos de clientes que frequentam a loja há gerações. Marina, que sempre manteve proximidade com o negócio familiar, especialmente por conta dos avós que trabalham no local, surpreendeu o pai com sua desenvoltura diante das câmeras.

Pai de Marina, Thiago Aguni Metello conta ao Lado B que a ideia surgiu dentro de casa. Quem primeiro viu a brincadeira viralizando nas redes sociais foi a esposa dele, que sugeriu que a filha tentasse também. No início, Thiago confessa que nem acreditou muito que a ela toparia.

“Achei que ela não ia fazer, que não ia querer. Foi uma surpresa quando ela foi até a loja para gravar”, comenta. O resultado saiu rápido: mãe e filha gravaram o vídeo em poucos minutos e praticamente sem repetição de cenas.

“Ficou muito bom. Elas fizeram rapidinho. Até os erros deixaram o vídeo mais criativo, como o botão que ela derruba no chão”, conta. Depois de gravar, a própria esposa editou e publicou o conteúdo nas redes sociais.

A repercussão veio quase imediata. “Parece que a aceitação foi muito boa. Quando eu entrei para ver já tinha muita visualização e bastante gente comentando”. Mais do que os números, o que chamou atenção dele foi a desenvoltura da filha diante da câmera.

“Ela grava bastante, dança, faz brincadeiras. Por isso até achei que ela não iria topar, porque essa proposta era diferente do que ela costuma fazer”, conta.

Entre os comentários, muita gente compartilhou memórias com a loja, que já atravessa gerações em Campo Grande. “Teve gente falando que compra lá desde quando era do tamanho dela. E isso é verdade, porque muita gente cresceu frequentando a loja”, comenta Thiago. Ele também ressalta que essa história foi contada no Campo Grande News.

Mesmo com a rotina cada vez mais puxada da escola, Marina continua próxima do negócio da família. “Agora, com 10 anos, já está mais adolescente e a escola exige mais, então ela não vai tanto. Mas sempre gostou de ir, principalmente porque tem muita coisa de fantasia por lá”.

Ainda assim, a ligação com a loja continua forte. Os avós de Marina também passam boa parte do tempo por lá, o que faz com que ela esteja sempre por perto. “Ela gosta muito da avó dela, e também acaba indo nos comércios ao lado da loja. Então acaba frequentando bastante.”



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