UFGD define novo reitor em consulta que retoma cenário de autonomia

Professor Etienne Biasotto lidera com 56% dos votos e avança para lista tríplice Danielle Marques Vilela (candidata eleita à vice-reitora) e Etienne Biasotto (candidato eleito a reitor). (Foto: Reprodução/UFGD) A comunidade acadêmica da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) elegeu, nesta quinta-feira (26), Etienne Biasotto como novo reitor na consulta prévia realizada de forma online,...


Professor Etienne Biasotto lidera com 56% dos votos e avança para lista tríplice

Danielle Marques Vilela (candidata eleita à vice-reitora) e Etienne Biasotto (candidato eleito a reitor). (Foto: Reprodução/UFGD)

A comunidade acadêmica da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) elegeu, nesta quinta-feira (26), Etienne Biasotto como novo reitor na consulta prévia realizada de forma online, com votação das 9h às 21h. Ele venceu com 56,30% dos votos ao lado da vice Danielle Marques Vilela, em disputa marcada pelo histórico de 2019, quando ganhou a eleição interna, mas não foi nomeado.

A Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) elegeu Etienne Biasotto como novo reitor em consulta prévia realizada nesta quinta-feira (26). Ao lado da vice Danielle Marques Vilela, ele venceu com 56,30% dos votos em uma votação que considerou peso igual entre docentes, técnicos administrativos e estudantes. O resultado marca um momento histórico para a instituição, pois em 2019 Biasotto havia vencido a eleição interna, mas não foi nomeado pelo governo federal. Após a formação da lista tríplice pelo Colégio Eleitoral, o documento seguirá para o Ministério da Educação, responsável pela nomeação oficial do novo reitor.

A apuração ocorreu na noite desta quinta-feira pela Comissão de Consulta Prévia. O resultado considerou peso igual entre docentes, técnicos administrativos e estudantes, com 33,33% para cada grupo.

A Chapa 3, liderada por Marisa Lomba e Sidnei Azevedo, ficou em segundo lugar, com 29,22%. A Chapa 2, de Gicelma Chacarosqui e Arquimedes Gasparotto Junior, alcançou 11,91%. Votos brancos e nulos somaram 2,52%.

A eleição retoma o cenário de 2019, quando Biasotto venceu a consulta, mas não assumiu o cargo após decisão do governo federal. O caso gerou reação interna e disputa na Justiça, com debate sobre autonomia universitária.

Com a definição do resultado, a comissão vai encaminhar a lista ao Colégio Eleitoral até 31 de março. O grupo reúne membros dos conselhos superiores da universidade e vai formar a lista tríplice.

Após essa etapa, o documento segue para o MEC (Ministério da Educação), responsável por encaminhar a nomeação ao governo federal. A regra atual permite a escolha de qualquer um dos três nomes indicados.

Durante a campanha, Biasotto defendeu continuidade da gestão atual com ampliação de políticas acadêmicas. Ele citou aumento de vagas, crescimento da assistência estudantil, expansão da pós-graduação e investimentos em pesquisa e infraestrutura.

A atual administração permanece no cargo até o fim do mandato. A posse da nova Reitoria depende da nomeação oficial pelo governo federal.



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