Homem que ateou fogo na mãe e estava foragido é recapturado em Campo Grande

Caso ocorreu em 1º de julho de 2015, em Maracaju; Renato Rosa precisa cumprir 9 anos e 7 meses de pena Renato Rosa Gomes quando foi preso em flagrante (Foto: Divulgação) O auxiliar de pedreiro Renato Rosa Gomes, de 37 anos, condenado por atear fogo na própria mãe, Eliete Albuquerque Rosa, em julho de 2015,...


Caso ocorreu em 1º de julho de 2015, em Maracaju; Renato Rosa precisa cumprir 9 anos e 7 meses de pena

Renato Rosa Gomes quando foi preso em flagrante (Foto: Divulgação)

O auxiliar de pedreiro Renato Rosa Gomes, de 37 anos, condenado por atear fogo na própria mãe, Eliete Albuquerque Rosa, em julho de 2015, no Bairro Paraguai, em Maracaju, a cerca de 160 quilômetros de Campo Grande, foi recapturado nesta segunda-feira (30), na Capital. O homem cumpre pena em regime fechado e estava foragido do sistema prisional. Conforme mandado de recaptura expedido pela 2ª Vara de Execução Penal de Campo Grande, ainda restam 9 anos, 7 meses e 27 dias de pena a cumprir.

O auxiliar de pedreiro Renato Rosa Gomes, de 37 anos, condenado a 10 anos e 6 meses de prisão por atear fogo na mãe Eliete Albuquerque Rosa em 1º de julho de 2015 no Bairro Paraguai em Maracaju a 160 km de Campo Grande foi recapturado nesta segunda-feira (30) na Capital após fugir do regime fechado. Restam 9 anos 7 meses e 27 dias de pena. O ataque ocorreu após Eliete chamar a PM por som alto; Renato e Aparecida Farias de Souza jogaram líquido inflamável e atearam fogo motivados por conflitos familiares e violência doméstica.

Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, o crime ocorreu em 1º de julho de 2015, na casa da vítima, no Bairro Paraguai, em Maracaju. Na ocasião, Eliete Albuquerque Rosa teria se incomodado com o volume alto de som vindo da residência onde o filho e outras pessoas consumiam bebida alcoólica e acionou a Polícia Militar.

Após a saída da equipe policial, Renato Rosa Gomes e Aparecida Farias de Souza teriam se revoltado com a atitude da vítima e planejado o ataque. Conforme a acusação, a mulher jogou líquido inflamável sobre Eliete, enquanto Renato ateou fogo com um isqueiro. Aparecida ainda disse para Eliete: “Esse é o meu presente para você”.

Ainda de acordo com o Ministério Público, o crime não foi consumado por circunstâncias alheias à vontade dos envolvidos, já que a vítima conseguiu retirar as roupas em chamas e pedir ajuda. A denúncia também aponta que o ataque foi motivado por conflitos familiares e ocorreu em contexto de violência doméstica.

Renato presenciou o corpo da mãe sendo consumido pelas chamas. Após o casal sair da casa da vítima, Eliete conseguiu ligar para uma filha que acionou o socorro. Ainda de acordo com a denúncia, Renato vivia agredindo a mãe e sempre a ameaçava dizendo: “Qualquer dia essa cagueta morre queimada”.

Em 4 de dezembro de 2018, Renato foi condenado a 10 anos e 6 meses de prisão pelo Tribunal do Júri. Ele e Aparecida estavam presos preventivamente na PED (Penitenciária Estadual de Dourados).



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