Gato vira xodó de incorporadora e até participa de reuniões da diretoria

Mascote inesperado, chamado Bueno, assume o centro das atenções em loja da Afonso Pena Bueno circula entre clientes e funcionários durante o dia, e à noite tem cantinho só para ele na empresa. (Foto: Arquivo pessoal) Quem passa pela casa de vendas na Avenida Afonso Pena dificilmente sai sem reparar nele. Branco, pequeno e cheio...


Mascote inesperado, chamado Bueno, assume o centro das atenções em loja da Afonso Pena

Bueno circula entre clientes e funcionários durante o dia, e à noite tem cantinho só para ele na empresa. (Foto: Arquivo pessoal)

Quem passa pela casa de vendas na Avenida Afonso Pena dificilmente sai sem reparar nele. Branco, pequeno e cheio de confiança, Bueno chegou sem avisar e acabou ficando.

O gato branco, de cerca de cinco meses, apareceu por acaso no dia 11 de março e foi adotado pela equipe da Hub Incorporadora. Veio da rua, sujinho, filhote e muito manso. Foi o suficiente para conquistar todo mundo em poucos minutos.

A história começou quando o diretor da empresa, Pedro Naciff, tomava água de coco em um quiosque ao lado e foi surpreendido pelo bichinho. Ele chamou um colaborador apaixonado por gatos, Alessander Luiz, e, em questão de minutos, já tinha gente em volta, carinho pra todo lado e uma decisão praticamente tomada.

“Não tivemos escolha a não ser ficar com o bichinho”, resume a equipe, em tom de brincadeira.

Gato vira xodó de incorporadora e até participa de reuniões da diretoria
Durante o dia ele também passeia e até descansa na mesa de colaboradores. (Foto: Arquivo pessoal)

Desde então, Bueno, que leva o nome do empreendimento à venda, virou uma espécie de “funcionário informal” da casa. Durante o dia, circula entre clientes e corretores, sobe em mesas, pede colo e distribui carinho sem cerimônia. À noite, continua por lá, com direito a um cantinho só dele, com caminha, água e ração.

A rotina foi adaptada para recebê-lo. Ele tem acesso livre ao salão principal e à copa, enquanto o escritório e os decorados ficaram fora do alcance, principalmente porque o pequeno já mostrou talento para morder fios e derrubar objetos.

O responsável direto pelos cuidados é Alessander, que leva o gato ao pet shop, acompanha consultas e garante que não falte nada. Mas, na prática, o cuidado é coletivo. Todo mundo ajuda, inclusive na parte menos charmosa que é manter a caixa de areia em ordem.

A empresa também assumiu os custos. Em menos de um mês, já foram mais de R$ 2 mil entre vacinas, castração, vermífugo, alimentação e itens de higiene.

E se alguém pensou em levar o Bueno embora, a resposta veio rápido. Apesar das brincadeiras de clientes que dizem que “vão adotar”, o gato já tem endereço fixo e até sistema de segurança. Hoje, ele usa uma coleira com localizador.

Atualmente, tem gente que já chega perguntando por ele e admite que foi até a casa só para conhecer o novo mascote.

Confira na galeria abaixo os diversos momentos do gatinho Bueno.

Confira a galeria de imagens:



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