Adolescente de 12 anos é estuprada em matagal por foragido da justiça

Vítima foi agredida na cabeça com um pedaço de madeira e ficou desacordada; suspeito fugiu Fachada do Hospital Universitário de Dourados, onde vítima foi socorrida. (Foto: Helio de Freitas) Adolescente de 12 anos foi estuprada pelo companheiro da sobrinha da mãe, de 39 anos, na tarde deste domingo (12), em uma área de mata próximo...


Vítima foi agredida na cabeça com um pedaço de madeira e ficou desacordada; suspeito fugiu

Fachada do Hospital Universitário de Dourados, onde vítima foi socorrida. (Foto: Helio de Freitas)

Adolescente de 12 anos foi estuprada pelo companheiro da sobrinha da mãe, de 39 anos, na tarde deste domingo (12), em uma área de mata próximo a Aldeia Bororó, no município de Dourados, distante 251 quilômetros de Campo Grande. O crime ocorreu depois que o suspeito aproveitou que a vítima estava sozinha em casa e a convenceu a ir até o HU (Hospital Universitário) para ver um bebê recém-nascido.

Uma menina de 12 anos foi estuprada pelo companheiro da sobrinha da mãe, de 39 anos, no domingo (12), em área de mata próxima à Aldeia Bororó, em Dourados (MS). O suspeito, que possui registros por abuso sexual e está evadido do sistema prisional, usou a pretexto de visitar um recém-nascido no Hospital Universitário para atrair a vítima. A criança foi agredida e ficou inconsciente durante o crime. A Polícia Civil investiga o caso e realiza buscas pelo suspeito.

Conforme apurado pela reportagem, o homem possui outros registros por abuso sexual e também está evadido do sistema prisional.

De acordo com o relato à PM (Polícia Militar), a mãe acompanhava a sobrinha, de 29 anos, que estava internada no hospital para dar à luz. Durante esse período, deixou as filhas menores na residência da família. O suspeito, que mora no mesmo terreno, se aproximou da menina e a chamou para ir até o hospital.

Durante o deslocamento de bicicleta, o homem parou em uma estrada próxima a uma área de mata e alegou que o pneu havia furado. Em seguida, agarrou a vítima pelas costas e começou a tirar a roupa dela. A menina conseguiu se soltar e tentou fugir do local.

O homem então atingiu a vítima na parte de trás da cabeça com um pedaço de madeira. Com o impacto, ela caiu no chão. Na sequência, o homem desferiu um soco no lado direito do rosto da criança, que perdeu a consciência.

Quando acordou, a menina estava sem as roupas da parte inferior do corpo. Ela relatou dores na região íntima, no quadril e no abdômen, indícios de que havia sido violentada durante o período em que esteve desacordada.

Após o crime, o homem deixou a vítima próximo à residência dela e fugiu em seguida. Mesmo ferida, a criança conseguiu entrar em contato com a mãe por volta das 13h e contou o que havia ocorrido.

Equipes da Polícia Militar foram acionadas e se deslocaram até o Hospital Universitário. No local, os policiais conversaram com a mãe da vítima e confirmaram as informações. Em seguida, foram até o endereço indicado, na Aldeia Bororó, mas não localizaram o suspeito.

Conforme apurado pela reportagem, a criança foi socorrida por uma equipe da Força Nacional e deu entrada no HU por volta das 15h15. No local, a mãe, de 30 anos, confirmou aos policiais que a filha havia sido atacada. A vítima permaneceu internada para atendimento médico e realização de exames periciais.

O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) de Dourados, que enviou equipe ao hospital para acompanhar a ocorrência. A Polícia Civil solicitou exames periciais para comprovar o crime.

Histórico – Em 2026, o suspeito foi acusado de abusar sexualmente de uma menina de sete anos. À época dos fatos, o Campo Grande News publicou que ele estaria morando com a mãe da vítima há uma semana, quando no domingo resolveu sair com a menina para comprar pão. Ele então teria arrastado a menor para um matagal e abusou sexualmente dela.

A criança foi socorrida e encaminhada para o Hospital da Missão, porém devido à forte hemorragia foi transferida para o Hospital Universitário e o estado de saúde dela era considerado gravíssimo.



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