Receita Federal desmente mais uma fake news sobre fiscalização

Economia Órgão afirma que não rastreia transações individuais nem notifica com base apenas em movimentações financeiras Por Kamila Alcântara | 20/04/2026 17:08 Publicação na rede social Instagram da Receita Federal, em colab com a Ministério da Fazenda (Foto: Reprodução) A Receita Federal do Brasil desmentiu, nesta segunda-feira (20), a história que viralizou nas redes sociais...


Economia

Órgão afirma que não rastreia transações individuais nem notifica com base apenas em movimentações financeiras

Por Kamila Alcântara | 20/04/2026 17:08

Publicação na rede social Instagram da Receita Federal, em colab com a Ministério da Fazenda (Foto: Reprodução)

A Receita Federal do Brasil desmentiu, nesta segunda-feira (20), a história que viralizou nas redes sociais de que uma vendedora de marmitas teria sido notificada após movimentar R$ 52 mil via Pix. Segundo o órgão, a informação é falsa e não corresponde à forma como funciona a fiscalização.

A Receita Federal desmentiu nesta segunda-feira (20) a história viral de que uma vendedora de marmitas teria sido notificada por movimentar R$ 52 mil via Pix. O órgão afirmou que não rastreia transações individuais nem envia notificações por movimentações financeiras, negou a existência dos sistemas “Harpia” e “T-Rex” e alertou que a desinformação pode favorecer organizações criminosas.

Em nota, a Receita foi direta: “não realiza rastreamento de transações individuais nem envia notificações com base em movimentações financeiras”. O órgão também negou a existência de sistemas citados nas mensagens, como “Harpia” e “T-Rex”, afirmando que não têm relação com monitoramento de pessoas físicas.

Outro ponto que desmonta a narrativa: a Receita diz que não recebe dados detalhados de cada transação bancária, nem identifica o meio de pagamento usado, seja Pix, TED ou depósito. Além disso, reforça que movimentação financeira não é sinônimo de renda ou lucro, e não pode, sozinha, justificar cobrança ou autuação.

A Receita alerta que esse tipo de conteúdo costuma gerar medo e pode abrir espaço para golpes. “Esse tipo de desinformação causa insegurança e pode atender a interesses de organizações criminosas”, informou o órgão.



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