Investigado por exploração sexual, policial civil é afastado das funções

Interior Jeferson Duarte Farias foi preso por força de mandado no dia 18 de abril e o processo tramita em sigilo Por Ana Paula Chuva | 24/04/2026 10:01 Fachada da delegacia de Pedro Gomes onde investigador é lotado (Foto: Nadya Anjoletti Ganzaroli | Defensoria Pública de MS) Preso preventivamente no último dia 18 de abril,...


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Jeferson Duarte Farias foi preso por força de mandado no dia 18 de abril e o processo tramita em sigilo

Por Ana Paula Chuva | 24/04/2026 10:01

Fachada da delegacia de Pedro Gomes onde investigador é lotado (Foto: Nadya Anjoletti Ganzaroli | Defensoria Pública de MS)

Preso preventivamente no último dia 18 de abril, o investigador da Polícia Civil Jeferson Duarte Farias, lotado na delegacia de Pedro Gomes, a 307 quilômetros de Campo Grande, foi afastado compulsoriamente de suas funções. A informação foi publicada no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (24) e vale enquanto o servidor estiver detido.

Investigador da Polícia Civil lotado em Pedro Gomes foi preso preventivamente em 18 de abril e afastado compulsoriamente das funções, conforme publicação no Diário Oficial desta sexta-feira. A prisão foi decretada pela Vara do Juiz de Garantias de Corumbá por suspeita de favorecimento à prostituição ou exploração sexual de vulneráveis. A Corregedoria determinou recolhimento de arma e suspensão de acessos aos sistemas internos. O caso será apurado disciplinarmente.

De acordo com a publicação, a prisão preventiva foi decretada pela Vara do Juiz de Garantias da Comarca de Corumbá, em processo que investiga favorecimento da prostituição ou exploração sexual de criança, adolescente ou pessoa vulnerável.

O servidor teve o mandado cumprido no dia 18 de abril, e a Corregedoria-Geral da Polícia Civil determinou que ele deve permanecer afastado de suas funções pelo período em que permanecer detido. A portaria também estabelece o recolhimento da arma funcional, da carteira profissional e dos demais itens pertencentes ao patrimônio público.

Além disso, foram suspensos os acessos do policial aos sistemas internos da instituição, como bancos de dados e plataformas operacionais, além de eventuais férias que devem ser interrompidas. O processo tramita em sigilo.

Segundo a Corregedoria, os fatos ainda serão apurados em procedimento disciplinar interno, que poderá resultar em sanções administrativas, independentemente do andamento da investigação criminal.



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