Indígenas invadem fazenda e tentam bloquear MS-156 em Amambai

A polícia chegou ao local e viu vários objetos que estavam separados, como joias e eletrônicos Três indígenas foram presos pela PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) na manhã de hoje durante a tentativa de obstrução de área da rodovia MS-156, que dá acesso à Aldeia Limão Verde, em Amambai. Outro grupo, também...


A polícia chegou ao local e viu vários objetos que estavam separados, como joias e eletrônicos

Três indígenas foram presos pela PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) na manhã de hoje durante a tentativa de obstrução de área da rodovia MS-156, que dá acesso à Aldeia Limão Verde, em Amambai. Outro grupo, também terena, teria invadido uma propriedade rural da região, a Fazenda Limoeiro, retirado os moradores e furtado o imóvel.

Três indígenas foram presos pela Polícia Militar de Mato Grosso do Sul ao tentarem obstruir a rodovia MS-156, em Amambai. Na noite anterior, cerca de 20 pessoas invadiram a Fazenda Limoeiro, expulsaram moradores e furtaram objetos. A PM encontrou eletrônicos e joias embalados para transporte. O caso foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para apuração.

De acordo com a PM, às 23h20 de ontem, cerca de 20 pessoas invadiram a propriedade e forçaram a família moradora a abandonar a residência às pressas. Depois disso, os envolvidos reviraram a casa, causando danos à estrutura e aos móveis e ainda tentaram destruir veículos e maquinários.

Parte dos ítens que haviam sido retirados da propriedade. (Foto: PMMS)

A polícia chegou ao local e viu, do lado de fora, enquanto os indígenas saíam, vários objetos que estavam separados e embalados para transporte, como eletrônicos e joias.

Já pela manhã, três homens foram flagrados e presos ao tentarem obstruir a passagem de veículos na rodovia de acesso à aldeia e à propriedade invadida.

Um deles lançava pedaços de madeira sobre os carros que passavam por lá. Ele usava placas arrancadas e pedaços de madeira para atacar os motoristas.

A PM informou que o policiamento permanece na região para evitar novos conflitos e garantir a preservação do local para os trabalhos periciais. O caso foi levado à Delegacia de Polícia Civil para a identificação dos responsáveis e apuração das responsabilidades criminais pelos danos e pela invasão.



Source link