Padrasto aciona socorro para bebê de um ano e é preso por suspeita de estupro

Casinha de brinquedo que fica na Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Foto: Juliano Almeida) Jovem de 23 anos foi preso na manhã desta terça-feira (28), suspeito de estuprar o enteado, bebê de um ano. Os fatos ocorrem na casa onde ele mora com a mãe da criança, no Bairro Santa Luzia,...


Casinha de brinquedo que fica na Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Foto: Juliano Almeida)

Jovem de 23 anos foi preso na manhã desta terça-feira (28), suspeito de estuprar o enteado, bebê de um ano. Os fatos ocorrem na casa onde ele mora com a mãe da criança, no Bairro Santa Luzia, em Campo Grande.

Um jovem de 23 anos foi preso na manhã desta terça-feira (28), suspeito de estuprar o enteado, um bebê de um ano, no Bairro Santa Luzia, em Campo Grande. O caso veio à tona após o padrasto acionar o Samu, alegando que a criança havia broncoaspirado leite. Durante o atendimento, socorristas identificaram sinais de abuso. O suspeito foi encaminhado à DEPCA, onde o caso será investigado.

Conforme apurado pelo Campo Grande News, a ocorrência começou após o padrasto acionar o atendimento de emergência ao perceber que o bebê havia broncoaspirado o leite que estava tomando na mamadeira.

O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e a Polícia Militar foram acionados para atender a ocorrência. No local, os socorristas realizaram os primeiros procedimentos na criança. O bebê passou por manobras de reanimação, incluindo massagem cardíaca, foi estabilizado e encaminhado para a Santa Casa.

Informações preliminares são de que a mãe do bebê havia saído para trabalhar e deixou a criança com uma mamadeira sob os cuidados do padrasto. Durante o atendimento, porém, a equipe identificou sinais de abuso no bebê.

Ao ser questionado, o homem negou qualquer abuso e afirmou que os ferimentos no corpo do bebê teriam sido causados por uma queda no banheiro no dia anterior. Diante da situação, o padrasto foi detido e encaminhado à DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), onde o caso será investigado.



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