Ao Campo Grande News, ele afirma que atuará também na estratégia para o Senado
O ex-secretário-adjunto da Educação de Mato Grosso do Sul, Sérgio Luiz Gonçalves, confirmou ao Campo Grande News que deixou o cargo para integrar a coordenação da campanha de reeleição do governador Eduardo Riedel (PP). A saída foi oficializada nesta segunda-feira (27), meses antes do início formal do período eleitoral.
Ex-secretário-adjunto da Educação de Mato Grosso do Sul, Sérgio Luiz Gonçalves deixou o cargo para integrar a coordenação da campanha de reeleição do governador Eduardo Riedel. Ele afirmou ser apenas uma engrenagem no grupo e que a superintendente Mary Nilce Peixoto dos Santos assume a pasta. A movimentação ocorre enquanto o grupo político articula também a disputa ao Senado, com o ex-governador Reinaldo Azambuja como um dos nomes.
Na primeira fala após a exoneração, ele tratou de reduzir o peso do novo posto. Disse que não será o responsável pela coordenação geral e se definiu como “apenas uma engrenagem” dentro de um grupo maior. “Nós somos várias pessoas. Sou apenas uma engrenagem, talvez uma que apareça, mas apenas uma engrenagem”, afirmou.
Segundo ele, o convite partiu do grupo político com o qual já atua desde a gestão do ex-governador Reinaldo Azambuja (PL). A função, agora, será ajudar a integrar governo e estratégia eleitoral, com foco na chapa majoritária, que inclui o governo e as candidaturas ao Senado.
Apesar da mudança de área, Sérgio Luiz afirmou que ainda não tem clareza sobre o papel que vai desempenhar no dia a dia. “Política é muito dinâmica. Pode ser que a gente faça viagens, pode ser que fique mais na coordenação”, disse, ao admitir que tudo ainda está em definição.
Ele também comentou a substituição na Secretaria de Estado de Educação. De acordo com o ex-adjunto, quem assume é a atual superintendente da pasta, Mary Nilce Peixoto dos Santos. “É técnica, professora, pedagoga, extremamente competente. Vai continuar sem nenhum lapso de problemas ali para a educação”, afirmou.
Ao justificar a decisão de deixar o cargo, Sérgio apostou no discurso de alinhamento político e defendeu o projeto de reeleição. Disse esperar uma campanha “com serenidade” e falou em “um novo jeito de fazer política”, em sintonia com a gestão de Riedel.
A movimentação ocorre em um momento em que o governador já articula a permanência no cargo, enquanto o grupo político também prepara a disputa ao Senado, que tem como um dos nomes o próprio Azambuja.