Estuprada desde os 7 anos, adolescente foge de casa e denuncia o padrasto

Segundo a vítima, o homem aproveitava quando a mãe saía e a chamava para “brincar” Viatura em frente a Delegacia de Polícia Civil de Jardim (Foto: Jardim News) Estuprada desde os 7 anos pelo padrasto, uma adolescente de 14 anos precisou fugir de casa para tentar evitar novos abusos em Jardim, a cerca de 240...


Segundo a vítima, o homem aproveitava quando a mãe saía e a chamava para “brincar”

Viatura em frente a Delegacia de Polícia Civil de Jardim (Foto: Jardim News)

Estuprada desde os 7 anos pelo padrasto, uma adolescente de 14 anos precisou fugir de casa para tentar evitar novos abusos em Jardim, a cerca de 240 quilômetros de Campo Grande. O caso foi registrado na delegacia do município na noite de quarta-feira (28), após a vítima relatar a situação a conselheiras tutelares.

Adolescente de 14 anos fugiu de casa em Jardim, a 240 quilômetros de Campo Grande, para escapar do padrasto que a estuprava desde os 7 anos. O caso foi registrado na delegacia após a vítima relatar os abusos ao Conselho Tutelar. A mãe da menina não acreditou no relato e manteve o relacionamento com o agressor. O caso segue em investigação.

Conforme o relato ao qual o Campo Grande News teve acesso, a vítima morava com a mãe e o padrasto desde a infância, quando os abusos começaram. O homem aproveitava os momentos em que a mãe da adolescente estava fora de casa, chamava a menina para brincar e tocava nas pernas e partes íntimas dela.

Ela contou que os abusos aconteceram durante sete anos e, nesse período, o padrasto chegou a forçar relações sexuais com a vítima. No último ano, a adolescente contou a situação para a mãe, que não acreditou no relato e manteve o relacionamento com o companheiro. Com isso, a menina passou a morar com outros familiares.

Ainda de acordo com o depoimento, nas últimas semanas, quando voltou a conviver com o padrasto, a adolescente percebeu olhares “estranhos” por parte dele. Com medo de que os abusos voltassem a acontecer, ela fugiu de casa e relatou a situação ao Conselho Tutelar.

O caso segue em investigação.



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