Renault Kwid branco ficou atolado em um buraco e teve o interior tomado pela água durante a chuva desta segunda-feira (10), na Rua Pedro Gomes com a Avenida Gunter Hans, região do Coophavila II, em Campo Grande. O motorista de aplicativo Clebson Marcelo de Lima fazia uma corrida no momento do incidente. O carro precisou ser guinchado e foi levado para uma oficina.
Um motorista de aplicativo teve seu Renault Kwid atolado em um buraco e o interior do veículo tomado pela água durante chuva desta segunda-feira (10), na Rua Pedro Gomes com a Avenida Gunter Hans, no Coophavila II, em Campo Grande. Clebson Marcelo de Lima realizava uma corrida no momento e precisou ser ajudado pelo próprio passageiro para empurrar o carro. O veículo foi guinchado e levado a uma oficina. A família planeja processar a prefeitura.
O vídeo enviado ao Campo Grande News mostra três pessoas tentando tirar o veículo do buraco em meio à água que cobria parte da rua. Clebson empurra o carro junto com outras duas pessoas, entre elas o passageiro que ele transportava.
Quando o Kwid finalmente sai, a água acumulada dentro do veículo aparece nas imagens. O motorista abre a porta e tenta retirar o líquido com as mãos, mas o assoalho está encharcado.
“Ele estava em uma corrida. O passageiro, inclusive, é o senhorzinho que estava ajudando a empurrar o carro com ele”, contou Letícia Lima, filha do motorista.
Segundo ela, o veículo não teve condições de continuar rodando. “O carro foi guinchado, está na oficina agora e ele está fazendo os orçamentos”, afirmou.
Letícia disse que a família ainda não sabe o tamanho do prejuízo. “Não teve boletim de ocorrência. O que eu sei é que meu pai vai entrar com processo contra a prefeitura”, disse.
O Kwid é usado por Clebson para trabalhar como motorista de aplicativo há cerca de três meses. Ele comprou o veículo depois de perder o emprego em uma empresa onde permaneceu por mais de 15 anos.
Segundo a filha, esta também não foi a primeira vez que um buraco causou prejuízo ao motorista desde que ele começou a fazer corridas.
“Na primeira semana que ele começou a trabalhar com Uber, ele tinha ganhado mais de R$ 1 mil. Aí caiu em um buraco, o carro começou a fazer uns barulhos e ele gastou o dinheiro no conserto”, relatou.