Celular de foragido revela esquema de envio de cocaína da Bolívia

Cidades A análise do dispositivo identificou conversas relacionadas ao tráfico de drogas e imagens de entorpecentes Por Gabriel Neris | 12/08/2026 12:01 Imagem ilustrativa de viatura em frente à Superintendência da PF na Vila Sobrinho, em Campo Grande (Foto: Arquivo) A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (12) a Operação Fractus para investigar um esquema de...


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A análise do dispositivo identificou conversas relacionadas ao tráfico de drogas e imagens de entorpecentes

Por Gabriel Neris | 12/08/2026 12:01

Imagem ilustrativa de viatura em frente à Superintendência da PF na Vila Sobrinho, em Campo Grande (Foto: Arquivo)

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (12) a Operação Fractus para investigar um esquema de tráfico de drogas da Bolívia para o Brasil, com passagem por Corumbá, na fronteira de Mato Grosso do Sul. Durante a ação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em Campo Grande.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Fractus para investigar tráfico de drogas da Bolívia ao Brasil via Corumbá, em Mato Grosso do Sul. Um mandado de busca foi cumprido em Campo Grande. As investigações iniciaram em 2025 após apreensão do celular de um foragido em Santa Cruz de la Sierra, que revelou conversas sobre tráfico e imagens de entorpecentes, indicando envio de cocaína ao Brasil desde 2024.

Segundo a PF, as investigações começaram em 2025, após a apreensão do celular de um foragido localizado em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. A análise do aparelho revelou conversas relacionadas ao tráfico de drogas e imagens de entorpecentes.

A partir desse material, os investigadores identificaram indícios de que cargas de cocaína eram enviadas da Bolívia para o Brasil desde 2024. Corumbá teria sido utilizada como rota de entrada e passagem da droga, posteriormente distribuída para diferentes estados do País.

Com a operação desta quarta-feira, a Polícia Federal busca reunir novas provas sobre a participação dos investigados e identificar outras pessoas que possam ter atuado na estrutura responsável pelo transporte e pela distribuição dos entorpecentes.

As diligências também pretendem esclarecer a logística utilizada pelo grupo e o alcance da organização criminosa investigada.



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