Dólar começa o dia em alta, mas fecha a R$ 4,99 antes das eleições

Mercado financeiro acompanhou pesquisas eleitorais e desaceleração da inflação até a votação Cédula do dólar. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil) O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (23) cotado a R$ 4,993, com queda de 0,90%, no último pregão antes do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). A moeda americana começou o dia em...


Mercado financeiro acompanhou pesquisas eleitorais e desaceleração da inflação até a votação

Cédula do dólar. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (23) cotado a R$ 4,993, com queda de 0,90%, no último pregão antes do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). A moeda americana começou o dia em alta, mas perdeu força durante as negociações e terminou abaixo de R$ 5. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, subiu 0,47% e fechou aos 205.083 pontos.

O dólar comercial fechou a sexta-feira (23) cotado a R$ 4,993, em queda de 0,90%, no último pregão antes do segundo turno das eleições, marcado para domingo (25). O Ibovespa subiu 0,47% e chegou a 205.083 pontos. A moeda recuou 1,57% na semana e 9,03% em 2026. O mercado acompanhou o empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula no Datafolha e o IPCA-15 de 0,32% em outubro. O petróleo Brent subiu 3,45%, a US$ 117,08.

Com o resultado, o dólar acumulou desvalorização de 1,57% na semana e de 3,50% em outubro. Desde o início de 2026, a queda chega a 9,03%. Os números refletem a valorização do real diante da moeda americana ao longo do período.

A movimentação ocorreu em meio à expectativa pelo resultado das eleições. Investidores acompanharam a pesquisa Datafolha divulgada na quinta (22), que apontou empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL), com 47% das intenções de voto, e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 46%. Considerados apenas os votos válidos, ambos aparecem com 50%.

Outro indicador acompanhado pelo mercado foi o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), considerado a prévia da inflação oficial. O índice subiu 0,32% em outubro, abaixo das expectativas e dos 0,70% registrados em setembro. O resultado mostrou desaceleração dos preços e entrou nas avaliações sobre os próximos passos da política de juros no país.

No cenário internacional, o petróleo voltou a subir diante das tensões no Oriente Médio e da continuidade dos ataques entre Rússia e Ucrânia. O barril do tipo Brent, referência mundial, avançou 3,45%, para US$ 117,08. Já o WTI (West Texas Intermediate), negociado nos Estados Unidos, teve alta de 4,02%, a US$ 103,45.



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