Durou uma hora a mais que o previsto a agenda oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Campo Grande. Ao todo, Lula ficou pouco mais de quatro horas na Capital, durante reunião de autoridades da COP15. Ele pousou às 15h25 e deixou a cidade às 19h47, quando a aeronave presidencial decolou do Aeroporto Internacional.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva permaneceu por quatro horas em Campo Grande durante a abertura da COP15, evento que reúne delegações de mais de 130 países para discutir a preservação de espécies migratórias. Em seu discurso no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, Lula enfatizou a conexão entre a crise ambiental e a instabilidade mundial.Durante o encontro, o presidente defendeu maior cooperação internacional para enfrentar desafios ambientais e sociais, destacando que “a natureza não tem fronteiras”. Também assinou decretos para ampliação de áreas protegidas no Pantanal, contemplando apenas regiões de Mato Grosso, sem incluir Mato Grosso do Sul.
Durante a passagem rápida, o presidente participou da cúpula de alto nível da conferência, realizada no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo. Ele estava ao lado de ministros, autoridades brasileiras e representantes internacionais.
O encontro antecede a abertura oficial da COP15, que começa nesta segunda-feira (23), e vai reunir delegações de mais de 130 países para discutir a preservação de espécies migratórias.
Após o encontro, o comboio presidencial, acompanhado de forte esquema de segurança, saiu do Parque dos Poderes em direção ao aeroporto da cidade. De lá, a aeronave da FAB (Força Aérea Brasileira) decolou com a comitiva do presidente.
No evento da COP 15, Lula destacou que a crise ambiental está diretamente ligada ao cenário de instabilidade mundial. Segundo ele, problemas como mudanças climáticas, perda de biodiversidade e conflitos internacionais estão interligados e exigem ação conjunta entre os países.
O presidente afirmou que “a natureza não tem fronteiras” e criticou a falta de cooperação global, defendendo mais união entre as nações para enfrentar desafios ambientais e sociais.
Ele também fez um alerta sobre a escalada de violência e conflitos no mundo, e disse que qualquer país pode ser afetado.
Ainda na agenda, o presidente assinou medidas relacionadas à ampliação de áreas protegidas no Pantanal, porém os decretos contemplam apenas regiões de Mato Grosso e não incluíram Mato Grosso do Sul.
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