Ele se consagrou com estilo único de pintar e falar do Cerrado com tons vibrantes
A frase era repetida sempre, talvez por traduzir Isaac de Oliveira como poucas: “Não tenho medo de cor”, dizia. E foi a coragem diante dos tons vibrantes que fez do publicitário um homem consagrado nas artes plásticas. No colorido das aves, das flores e das árvores, ele encontrou o caminho da arte que agora o torna imortal.
Isaac de Oliveira morreu na madrugada do primeiro dia de primavera. O câncer de pulmão levou o artista plástico aos 66 anos. Por volta das 6h, ele passou mal em casa, chegou a ser atendido no Hospital da Unimed, onde faleceu.
Baiano de nascimento, a maior parte da vida dedicou a falar de Mato Grosso do Sul em telas vibrantes, abusando dos tons do acrílico. A arte rendeu legião de admiradores e a titulação de Doutor Honoris Causa, concedida em julho deste ano pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.
Por isso, a despedida será a altura do homem que criou um estilo único de pintar a vida do cerrado. O velório será a partir de 14 horas na Assembleia Legislativa, mas ainda não foi divulgado o local do sepultamento.
Com informações: Campo Grande News
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