Com o aumento da expectativa de vida e a reforma da previdência, ao invés de aposentar, pessoas acima de 50 anos procuram novos rumos para carreira e até recolocação no mercado de trabalho. E isso tem aumentado. Segundo o último relatório do IBGE, até a década de 1980, a população brasileira tinha o aspecto de uma pirâmide: muito mais jovens do que idosos. As projeções do IBGE para 2060 indicam que começaremos a ver um funil etário, ou seja, mais idosos do que jovens.

Aproveitar e reintegrar a mulher acima dos 50 anos no mercado de trabalho pode render resultados absolutos” afirma a cocha em performance feminina

Tatá Marques e Mônica Fernandes

Para uma mulher acima de 50 anos, uma carreira com essa idade, tem cunho econômico ou de realização pessoal. Segundo a escritora e motivadora de mulheres, Mônica Fernandes, que também é coach de performance feminina, “quase 30 milhões de brasileiras são as “chefes de família”, sendo responsáveis pelo sustento do lar”.

Para ela, as mulheres lutaram muito por este direito e, por sua condição da natureza feminina, imprimem em seu trabalho, paixão, dedicação e ótimo gerenciamento de pessoas. “Pesquisas apontam que chefias femininas tem maior índice de produtividade e satisfação entre os colaboradores, toda mulher é uma líder nata, humana e eficaz”, completa Mônica.

Por THAYSSA MALLUFF

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