CNC defenderá regulamentação da pec pelo fim da 6×1 por segurança jurídica

Economia Confederação fala sobre impactos sobre empresas e empregos Sarah Chaves 21 de outubro de 2026 – 12h36 A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reforçou a preocupação com os impactos do fim da escala 6×1 sobre empresas, empregos e competitividade. A entidade, que criticou a condução do debate em período...


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Confederação fala sobre impactos sobre empresas e empregos

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reforçou a preocupação com os impactos do fim da escala 6×1 sobre empresas, empregos e competitividade. A entidade, que criticou a condução do debate em período eleitoral, defende regras claras para a adaptação dos setores produtivos.

A manifestação ocorre após a promulgação da Emenda Constitucional nº 141, na sexta-feira (16). A medida reduz a jornada máxima semanal, estabelece dois dias de descanso remunerado e proíbe a redução salarial. O prazo de adaptação é de 60 dias.

A CNC pretende acompanhar especialmente as regras de transição para micro e pequenas empresas, os acordos coletivos e as atividades que exigem funcionamento contínuo, como comércio, serviços e turismo.

Também estão em discussão o tratamento dos trabalhadores intermitentes e a manutenção de regimes específicos de trabalho. Segundo o governo federal, um decreto está sendo elaborado para regulamentar esses pontos.

Para a Confederação, a definição dessas normas será fundamental para evitar insegurança jurídica e preservar a competitividade e a geração de empregos durante a implementação da nova jornada.



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