Em feriado, 5 horas de espera revoltam paciente em UPA Coronel Antonino

Autônoma de 43 anos diz que chegou às 10h30 e seguia sem atendimento no meio da tarde Elci Lima, de 43 anos, aguardou quase cinco horas por atendimento na UPA Coronel Antonino, em Campo Grande, no feriado do Dia do Trabalhador. A autônoma buscou a unidade com problemas cardíacos e uma guia médica em mãos,...

Autônoma de 43 anos diz que chegou às 10h30 e seguia sem atendimento no meio da tarde

Elci Lima, de 43 anos, aguardou quase cinco horas por atendimento na UPA Coronel Antonino, em Campo Grande, no feriado do Dia do Trabalhador. A autônoma buscou a unidade com problemas cardíacos e uma guia médica em mãos, mas foi informada de que precisaria de nova consulta para obter outra guia. Outras pessoas com pulseira amarela, que indica casos urgentes, também aguardavam desde a manhã. A Sesau não se pronunciou.

O feriado do Dia do Trabalhador virou motivo de revolta para a autônoma Elci Lima, de 43 anos, que procurou atendimento na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Coronel Antonino, em Campo Grande, e afirma ter esperado quase cinco horas nesta sexta-feira (1º).

Segundo ela, a chegada ocorreu por volta das 10h30 e, até as 15h, ainda não havia sido chamada. “Já são 5 horas de espera”, reclamou à reportagem.

Elci conta que buscou a unidade após sentir problemas cardíacos. No dia anterior, ela havia passado por uma UBS (Unidade Básica de Saúde), onde recebeu pedido para raio-X de tórax e eletrocardiograma.

Ao chegar à UPA, porém, foi informada de que precisaria passar novamente por consulta médica apenas para receber uma nova guia e então realizar os exames.

“Já estou com a guia da médica em mãos, mas pediram uma nova guia do médico daqui”, relatou.

A paciente também afirmou que outras pessoas classificadas com pulseira amarela aguardavam desde a manhã. Na triagem, a cor amarela costuma indicar casos urgentes, que exigem atendimento prioritário.

Indignada com a demora em pleno feriado, ela desabafou. “Total desrespeito ao trabalhador que paga pelo SUS.”

A reportagem procurou a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública) e aguarda retorno sobre a situação na unidade.

Esse caso foi sugerido por leitor que enviou mensagem pelo canal Direto das Ruas.



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