Moradores relatam aumento da sujeira, presença de animais mortos e infestação de pragas no mesmo endereço
Moradores do Jardim Anache, em Campo Grande, nesta terça-feira (21), voltaram a denunciar a situação de um imóvel abandonado no cruzamento das ruas Sebastião Gomes Monteiro e Venâncio Aires. O local, que já havia sido alvo de reportagem em fevereiro, continua sendo usado para descarte irregular de lixo e, segundo relatos, o cenário teria piorado nas últimas semanas.
Moradores do Jardim Anache, em Campo Grande, denunciam acúmulo de lixo doméstico, entulho e animais mortos em imóvel abandonado no cruzamento das ruas Sebastião Gomes Monteiro e Venâncio Aires. O problema, já relatado em fevereiro, piorou nas últimas semanas, com aumento de ratos e escorpiões. Apesar de notificações ao CCZ e à prefeitura, nenhuma solução foi adotada até o momento.
Essa nova denúncia, encaminhada ao Direto das Ruas, aponta acúmulo de lixo doméstico, restos de construção, galhos e até animais mortos dentro e no entorno do terreno. Vídeos enviados à reportagem mostram a área tomada por entulho, sem qualquer tipo de isolamento.
Além da sujeira, moradores relatam aumento na presença de ratos e escorpiões, o que tem gerado preocupação com a saúde e a segurança de quem vive na região. Um vizinho afirma que a situação já foi comunicada ao poder público, tanto ao CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) quanto por meio de aplicativo da prefeitura, mas, até agora, não houve solução.
O problema não é recente. Em fevereiro, a reportagem mostrou que o imóvel estava aberto, com portas e janelas quebradas, além de já ser utilizado como ponto de descarte irregular e abrigo improvisado. À época, moradores relatavam que a casa estava abandonada havia anos e que o terreno vinha sendo ocupado por usuários e andarilhos.
É importante lembrar que já está disponível o aplicativo +CG para denúncias desse tipo de situação. Pelo sistema, o morador pode enviar fotos e a localização do terreno, o que dá início a um processo de fiscalização.
Após a notificação do responsável, o prazo para regularização é de 15 dias. Caso o problema não seja resolvido, podem ser aplicadas multas que variam de cerca de R$ 3 mil a R$ 10 mil, conforme a gravidade.
O Campo Grande News entrou em contato com a gestão municipal e aguarda posicionamento sobre as medidas adotadas para o local.