Vítima sofreu duas paradas cardíacas e foi levada em estado grave para a Santa Casa
Um jovem de 20 anos foi esfaqueado no tórax, sofreu duas paradas cardíacas e foi levado em estado grave para a Santa Casa durante o início da noite desta quarta-feira (9), no Jardim Noroeste, em Campo Grande. Ele conseguiu caminhar até uma conveniência e pedir ajuda antes de perder as forças. O caso ocorreu pouco depois das 20h e a autoria ainda é apurada.
Jovem de 20 anos foi esfaqueado no tórax e sofreu duas paradas cardíacas no Jardim Noroeste, em Campo Grande, na noite desta quarta-feira (9). A vítima conseguiu caminhar até uma conveniência antes de perder as forças e foi encaminhada em estado grave à Santa Casa. Uma denúncia anônima apontou possível envolvimento de uma ex-namorada. O caso foi registrado na Depac Cepol e segue sob investigação.
Conforme apurado pela reportagem, o rapaz chegou à calçada do comércio e disse ao proprietário que havia sido esfaqueado. Em seguida, agachou-se e já não conseguiu explicar onde nem em quais circunstâncias ocorreu o ataque. O comerciante acionou a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.
Outro morador percebeu que o jovem sangrava e levantou a camiseta dele. Nesse momento, viu uma perfuração abaixo do mamilo esquerdo. Pouco depois, a vítima começou a vomitar e deixou de conseguir falar.
Durante o atendimento, o jovem sofreu uma parada cardíaca ainda na calçada e outra dentro da viatura de resgate. Conforme relato repassado à equipe que registrou o caso, havia sangue no tórax pressionando o coração. Diante da gravidade, os bombeiros seguiram para a Santa Casa.
A polícia encontrou respingos de sangue em frente à conveniência, mas nenhum objeto relacionado ao ataque foi localizado. O instrumento usado para ferir o rapaz também não havia sido encontrado até o registro da ocorrência.
Uma denúncia anônima feita ao 190 apontou que uma ex-namorada poderia ter envolvimento no caso. Policiais foram até um endereço indicado por familiares, mas a mulher mencionada não estava no imóvel. Até o fim do registro, não havia confirmação sobre a participação dela.
Equipes também verificaram câmeras instaladas em imóveis próximos. Um dos sistemas não gravava vídeos e armazenava apenas imagens captadas por movimento, enquanto outro equipamento estava voltado para a calçada e poderia não ter registrado o ataque.
A perícia analisou a área durante a noite. O caso foi registrado na Depac Cepol (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) e segue sob apuração.