MEC volta a discutir ensino semipresencial em cursos da saúde e veterinária

Acadêmicos de Veterinária da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) (Foto: Divulgação) O MEC (Ministério da Educação) instituiu um grupo de trabalho para discutir o formato de oferta de cursos de graduação nas áreas de saúde, bem-estar e veterinária. A medida foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) desta quarta-feira (22) e...


Acadêmicos de Veterinária da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) (Foto: Divulgação)

O MEC (Ministério da Educação) instituiu um grupo de trabalho para discutir o formato de oferta de cursos de graduação nas áreas de saúde, bem-estar e veterinária. A medida foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) desta quarta-feira (22) e tem como foco avaliar o uso do modelo semipresencial nessas formações.

O MEC criou um grupo de trabalho para avaliar o modelo semipresencial em cursos de saúde, bem-estar e veterinária. Com caráter técnico e consultivo, o grupo analisará propostas pedagógicas e o uso de tecnologias digitais no ensino superior. Composto por representantes do MEC, Ministério da Saúde e conselhos profissionais, terá 120 dias para produzir relatório com recomendações ao ministro da Educação.

De acordo com a portaria, o grupo terá caráter técnico e consultivo e será responsável por analisar propostas pedagógicas, com base em evidências científicas e nas demandas sociais. O objetivo é subsidiar decisões do governo federal sobre o uso de tecnologias digitais no ensino superior, especialmente em cursos que exigem formação prática.

Entre as atribuições, está o debate sobre a oferta semipresencial, o aprofundamento da situação atual desses cursos e a apresentação de sugestões para revisão das regras do ensino a distância. As conclusões devem servir de base para eventuais mudanças no marco regulatório da educação superior.

O grupo será composto por representantes do próprio MEC, do Ministério da Saúde, do Conselho Nacional de Educação e de entidades ligadas ao ensino superior privado e comunitário. Também integram a equipe conselhos profissionais de áreas como biologia, farmácia, fisioterapia, nutrição e medicina veterinária.

A coordenação ficará a cargo da Secretaria-Executiva do MEC, com apoio da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior, responsável pela elaboração do relatório final. O grupo poderá ainda convidar especialistas para participar das discussões.

Segundo a portaria, os integrantes terão prazo de 120 dias para concluir os trabalhos, com possibilidade de prorrogação por igual período. Ao final, será produzido um relatório com recomendações a serem encaminhadas ao ministro da Educação.



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