Moradores protestam por segurança em avenida de área rural de Campo Grande

Comunidade pede quebra-molas, iluminação e rotatória após sequência de acidentes na via Moradores do Condomínio Moradia do Sol, na região rural de Campo Grande, realizaram um protesto neste sábado(23) para pedir mais segurança no trânsito da Avenida Zeila Corrêa, via que liga os acessos às saídas para Sidrolândia e São Paulo. A principal reivindicação é...

Comunidade pede quebra-molas, iluminação e rotatória após sequência de acidentes na via

Moradores do Condomínio Moradia do Sol, na região rural de Campo Grande, realizaram um protesto neste sábado(23) para pedir mais segurança no trânsito da Avenida Zeila Corrêa, via que liga os acessos às saídas para Sidrolândia e São Paulo. A principal reivindicação é a instalação de medidas de redução de velocidade, como quebra-molas, rotatória ou iluminação no trecho.

Moradores do Condomínio Moradia do Sol, na zona rural de Campo Grande, protestaram neste sábado (23) pedindo mais segurança na Avenida Zeila Corrêa, que liga os acessos a Sidrolândia e São Paulo. Eles reivindicam a instalação de quebra-molas, rotatória ou iluminação no trecho, onde acidentes com carros, caminhões, motos e animais são frequentes. Segundo os moradores, o poder público foi acionado, mas nenhuma medida foi adotada.

Segundo os moradores, o local registra acidentes frequentes envolvendo carros, caminhões, motocicletas e até animais que acabam acessando a pista. O operador de máquinas João Vitor Lopes, que mora no local há 15 anos, afirma que já presenciou diversos acidentes no trecho.

“Já teve morte de motoqueiro, caminhão batendo em carro, acidente com animais. O pessoal passa muito rápido ali e a gente precisa atravessar a rodovia para acessar o condomínio”, relatou, ao ressaltar que às vezes há estouro de gado, cachorro vai para a pista e acaba acontecendo um acidente porque, segundo ele, os veículos passam muito rápido.

De acordo com ele, o problema acontece no acesso entre a estrada de chão e a Avenida Zeila Corrêa, próximo à região da Avenida Gury Marques. Como o condomínio fica em uma área de chácaras, moradores, crianças e produtores rurais precisam cruzar a pista diariamente.

“A gente entende que é uma rodovia, mas precisa de alguma coisa que faça os motoristas reduzirem a velocidade. Pode ser um trevo, uma rotatória, um quebra-mola ou pelo menos iluminação”, disse.

Os moradores afirmam ainda que já procuraram o poder público para relatar a situação, mas, segundo eles, nenhuma medida foi adotada até agora.

O protesto foi realizado de forma pacífica e não interditou a rodovia. A Polícia Rodoviária Federal acompanhou a manifestação.

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