Uma investigação conduzida pela UICC (Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos) do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) terminou com a prisão de um investigado por crimes ligados à exploração de crianças e adolescentes, nesta terça-feira (2), em Chapadão do Sul, município a 331 quilômetros de Campo Grande.
Um homem foi preso nesta terça-feira (2) em Chapadão do Sul, no Mato Grosso do Sul, durante a 4ª fase da Operação Infância Segura, conduzida pela Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos do Ministério Público estadual. O suspeito é investigado por assédio sexual, armazenamento de material de abuso infantil e fornecimento de bebida alcoólica a menores. Narguilés e cigarros eletrônicos foram apreendidos durante as buscas.
A ação integra a 4ª fase da Operação Infância Segura, realizada em conjunto com a 2ª Promotoria de Justiça da cidade. Além do mandado de prisão, equipes cumpriram buscas em endereços ligados ao suspeito.
Durante as diligências, foram apreendidos narguilés, cigarros eletrônicos e outros materiais considerados importantes para a investigação.
Segundo o MPMS, o procedimento criminal apura suspeitas de assédio sexual, armazenamento de material de abuso sexual infantil, fornecimento de bebida alcoólica a crianças e adolescentes e fraude processual.
O caso é acompanhado pela Unidade de Crimes Cibernéticos do Ministério Público, setor especializado em investigações envolvendo ameaças, violência e exploração de menores em ambientes digitais e escolares.
Embora o órgão não tenha divulgado detalhes sobre as vítimas ou sobre como os crimes teriam ocorrido, o Ministério Público destacou que a operação faz parte de uma política institucional voltada à proteção de crianças e adolescentes, principalmente diante do avanço de crimes praticados pela internet e por redes sociais.
Conforme o MPMS, a unidade atua de forma integrada com promotorias, conselhos tutelares e órgãos de segurança para identificar situações de risco envolvendo menores de idade e acelerar respostas em casos considerados sensíveis.
A identidade do investigado não foi divulgada.