Com obra avançada e promessa de US$ 2 bilhões ao ano, corredor já projeta impacto econômico
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A Rota Bioceânica, que conecta o Brasil a Chile, Argentina e Paraguai, tem potencial para movimentar cerca de US$ 2 bilhões por ano em transações comerciais, segundo o ministro João Carlos Parkinson de Castro. Com 3,2 mil quilômetros, a rota deve reduzir em até 15 dias o tempo de transporte para mercados asiáticos e aumentar em 30% o turismo rodoviário. A Ponte Bioceânica, entre Carmelo Peralta e Porto Murtinho, tem conclusão prevista para setembro.
Atualmente, a previsão é que a Ponte Bioceânica, que liga Carmelo Peralta a Porto Murtinho, deve ser concluída até setembro. Já o acesso rodoviário à estrutura, do lado brasileiro, tem entrega prevista para dezembro de 2027.
Mesmo antes da conclusão das obras, o potencial econômico do novo corredor internacional já é discutido. A rota deve facilitar o acesso a países como Chile, Argentina e Paraguai.
Nesta segunda-feira (25), o ministro João Carlos Parkinson de Castro, diplomata de carreira do Ministério das Relações Exteriores, afirmou que o corredor tem potencial para movimentar cerca de US$ 2 bilhões por ano apenas em transações comerciais entre o Brasil e outros países sul-americanos.
Com 3,2 mil quilômetros de extensão, a porta de entrada no Brasil será Porto Murtinho, a 439 quilômetros de Campo Grande. A expectativa dos quatro países envolvidos é transformar a rota em uma nova via de escoamento de produtos e importação de mercadorias entre a América do Sul e os mercados asiáticos, com redução de custos logísticos e diminuição de até 15 dias no tempo de transporte.
Além do comércio internacional, a previsão é de aumento inicial de cerca de 30% no turismo rodoviário após a conclusão da rota, o que também deve impulsionar o comércio local.
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